terça-feira, abril 29, 2008

Que erros!

Os nossos filhos devem ser privados daquilo que falta às outras crianças… Começo por considerar positivo as associações “entenderem e entenderem-se” que deve haver um centro de Alto Rendimento mas…



Que não se cometam os erros do passado (?); é curiosa e apreciável...a postura!

Que erros (?);que se saiba nunca houve um Centro de Alto Rendimento para o Ténis em Portugal (não confundir CAR com o extinto CNT «Centro Nacional de Treino» que de comum só tem o termo «centro»!
1- Admitindo a semelhança, as associações devem ter presente que foram precisamente elas que votaram “sim” à criação do CNT, que aprovaram os Planos e Orçamentos/Relatórios e Contas da FPT durante mais de década e meia contendo «dados» sobre este projecto.
2- Permitiram que se contratasse um treinador sem que se soubesse a sua «real formação», não questionando sobre os critérios de atribuição do Nível 3 a quem não se sabe qual de facto era o seu grau de formação na altura, como nunca solicitaram uma auditoria externa sobre o trabalho dos técnicos do centro
3- Não questionaram «quais e porque razão» estavam certos atletas no “centro”
4-Não exigiram responsabilidades pelo encerramento do Centro ou que se explicitasse o resultado comparativo entre rankings propostos face ao gasto em milhões

Erros poderiam vir a acontecer, porque olhando o panorama nacional «interrogo-me» se há de facto conhecimento do que é Alto Rendimento em Ténis (neste nosso Portugal) depois de tantos anos de insucesso, se nada se fizesse para evitar novo descalabro. Só que não aceito que aqueles que cavaram a sepultura da modalidade sejam os eleitos, ou permitindo que se chame «outra vez» rapazes em início de carreira para «brincarem» com a vida “desportiva” dos nossos jovens, nem que, sabendo o que se sabe do novo regime de acesso ao Ensino Superior, a força de um centro de alto rendimento desapareça em parte, caindo-se num…só quem não vai a lado nenhum é que irá para o centro…::::…..

A história não voltará a repetir-se, porque os ventos de mudança já começaram a soprar, e os Governantes terão que mudar a filosofia de actuação, exigindo responsabilidades aos que falham ou convivem com ilegalidades
Cabe aos que como eu têm memória e telhados assumidamente de vidro, evitar que se cometa mais um crime de lesa juventude, (mais uma das razões porque desde cedo me apresentei como Candidato à mudança séria, para que não se continue a privilegiar os filhos dos «afilados» …)

Pretendo que as associações justifiquem o direito ao VOTO porque quero uma ”FÉNIX” no ténis, mas com a "legitimada força para a defender"

domingo, abril 27, 2008

E pode!



Retiraram as licenças de Lousada Ténis Atlântico, ficando o clube então reduzido a 7 licenças…

Será que a Associação vai devolver as taxas aos titulares dessas tais 1450 licenças?
Vai transferir para o ano seguinte?
As eventuais receitas ou devoluções vão constar do relatório e das contas?
De 2007? Ou fica para quando todos se esquecerem?
Como vai «justificar» que afinal já não estão inscritos?
Será que alguns desses jogadores jogaram torneios em Portugal?
Esses (eventuais) torneios estão legais…com inscritos ilegais?
Nenhum deles participou em provas?
Se não participam para que «tiram licenças de estrangeiros não residentes»?

O nº de filiados do "tal" clube, (depois de suprimido os que suprimiram!) não chega para filiar o clube na FPT como Efectivo (porque como Eventual não está determinado o nº obrigatório, não obstante se pedir 25!!!)
Está o clube inscrito ilegalmente?
O presidente da ATP tem licença por um clube "federativamente" ilegal ou é um clube eventual?
Elegeram um dirigente de um clube eventual?
Mudou a meio do percurso?
O «senhor» presidente representou apenas a A.T. Porto ou também os clubes do norte?
E segundo me constou, também votou por Leiria?
Para aprovação de Contas?
E os clubes dessa associação!!!

Votou violando ou não os Estatutos da FPT e o seu Regulamento Administrativo artigos (10º; 12º;º; 17º; 19º; 28º entre outros) porque o artigo 13º com tanta pressa de “resolverem a situação de certas Empresas que fazem negócio no ténis esqueceram-se dos clubes EVENTUAIS (clubes, escolas, academias) conforme se pode observar no artigo 13°

13º-As AR’s podem admitir como s6cios eventuais, com inscrição renovada anualmente, outras entidades (empresas comerciais ou grupos desportivos) que, para o efeito, prossigam a prática do ténis।

Estas entidades são aceites pela FPT como membros eventuais?
Não têm que ter filiados? Nem um!

Senhor Secretário de Estado do Desporto…muito terá que mudar neste ténis de Portugal para que os dinheiros que oferece sem contrapartidas tenham real serventia

Comigo as coisas mudam.

________//________

10º Os Estatutos e textos legais das A.R’s não deverão entrar em contradição com osntextos legais em vigor, Lei de Bases dos Sistema Desportivo, Estatutos enRegulamentos da F.P.T..dos Estatutos das FPT?

12° São sócios efectivos das A.R’s para além dos já existentes e reconhecidos à data da entrada em vigor deste regulamento, os Clubes que preencham cumulativamente os seguintes requisitos :

a) Serem constituídos por escritura pública cujo extracto seja publicado no Diário da república, ou equivalente, para além dos já existentes e reconhecidos à data da entrada em vigor deste regulamento.

b) Dedicar-se à prática do ténis.

c) Possuir pelo menos um campo de ténis de sua propriedade ou por cedência contratual exclusiva, para prática da modalidade.

d) Ter no mínimo dez praticantes com licença emitida pela F.P.T

13°As A.R’s podem admitir como s6cios eventuais, com inscrição renovada anualmente, outras entidades (empresas comerciais ou grupos desportivos) que, para o efeito, prossigam a prática do ténis.

Não têm que ter filiados? Nem um! Se não é necessário «filiados» estão inscritos para quê? Para receber favores da FPT/Ars? Para organizar torneios?

17° A Filiação dos Clubes e processo de filiação serão efectuadas nos termos do artº 7° dos Estatutos da F.P.T. conjugado com os artigos seguinte

19° Ao referido pedido deve o Clube juntar em duplicado :

a) Os seus Estatutos.

b) A composição dos respectivos corpos gerentes, eventualmente com a indicação do ou dos membros responsáveis pelo sector do ténis, a qual deverá ser actualizada sempre que ocorram alterações.

c) Uma declaração em como aceita os Estatutos e Regulamentos da F.P.T. e da A.R. respectiva, em caso de tal não vir mencionado nos estatutos do Clube. d) Informação sobre o número , localização e tipo de piso dos seus campos de ténis e uma declaração sobre a forma contratual que permite ao Clube a sua utilização.

e) No caso de o Clube possuir campos próprios ou direito de superfície sobre estes, juntará uma declaração de que a F.P.T. e a A.R. respectiva terão o direito de utilização desses campos para realização de provas oficiais constantes do calendário nacional, de forma criteriosa e mediante prévio acordo.

f) Uma declaração de que o Clube se compromete a promover o licenciamento de todos os seus sócios praticantes da modalidade.

g) As referidas declarações poderão ser feitas em separado ou conjuntamente, e deverão ser assinadas de modo a vincularem o Clube de acordo com os seus estatutos

28°
1 – Todos os clubes filiados em qualquer Associação Regional estão vinculados a promover a filiação de todos os seus sócios praticantes e deverão promover a respectiva cobrança

2 - Até 31 de Janeiro de cada ano, os Clubes farão a entrega na respectiva A.R. do valor das taxas de filiação, salvo no caso de primeira filiação ou refiliação em que serão pagas quando do correspondente pedido.~

3 - As taxas, o prémio do seguro pagos e os respectivos formulários de pedidos da Licença FPT são entregues pelos Clubes nas respectivas Associações Regionais, na semana em que é realizada a filiação.

4 - Para a prossecução destes objectivos, os Clubes filiados deverão informar os seus sócios praticantes, esclarecendo os motivos, direitos e deveres tanto do Clube comodos praticantes desportivos

sexta-feira, abril 25, 2008

quinta-feira, abril 24, 2008

No rescaldo do Estoril

O esforço do senhor João Lagos merecia mais, se atendermos que em matéria deste tipo de eventos, por cá, no tocante a organizações com qualidade estratégica não há concorrência nem leal ou desleal

Roger Federer disse que fazia falta estrutura “Fixa”!
Claro que Federer tem 26 anos e a nossa constituição não permite, e com razão, que seja presidente da república “Gente” de tenra idade, que é o mesmo que dizer, seremos nós (os mais velhos) a decidir, sem recados, se precisamos ou não de um complexo com estrutura fixa, e fora do calor da euforia de um torneio que é bonito mesmo assim…

Evidente que faz falta () como fazem falta outras coisas, entre elas resolver certa mágoa de ler o que o que se lê num jornal gratuito, noticiando que «50% dos portugueses têm empregos precários!!!»; poder-se-ia pensar em “fixá-los”

Também existem outras “variáveis” que gostaria de poder fixar em Portugal; bons treinadores, bons atletas e sobretudo bons gestores, aqueles que têm consciência, e só por exemplo, que em Ramat hasharon existia um central fixo (fechado sabe-se lá porquê); agora os israelitas já têm uma SHAHAR PEER nº 18 WTA e um Dudi Sela «ccurrent ATP Ranking - Singles 58», e também têm toda a estrutura nacional de ténis construída com donativos, sem o estado investir 1 cêntimo.

Em 2009 haverá a possibilidade de dialogar, o Presidente da FPT (espero ser eu) e o Sr. Lagos, não se devendo esquecer nesse encontro, que a memória humana não é igual à dum PC, fácil de apagar, mas antes serve para trazer ao presente «erros do passado» que são merecedores de reflexão, para que não voltem a cometer-se.

Necessário que o senhor Lagos garanta um Grande Torneio, (masculino/feminino ou só um género), que justifique um investimento de milhões, mesmo já tendo alternativa de apoios particulares, por não podermos esquecer que a outra parte sai dos bolos também dos tais 50 % de empregados no limiar do infortúnio, porque ao fim destas edições todas o Estoril Open têm-se realizado, e passado por ele muitos nº 1 do mundo, e que não se têm “queixado”…

Acresce que um complexo não pode servir para estar 11 meses e 3 semanas parado (será tipo multiusos?), ou servir para torneios de mini ténis, nível C ou encontros amistosos de selecções, se pensarmos que os actuais jogadores da Davis parece terem interesse em que esta se realize no norte (LTCFoz), e não sabemos o que o futuro imediato nos reserva, e que nos valha Deus voltar a acontecer o mesmo que da última vez em que se jogou a Davis na Foz…

Quero ver um Estoril Open a par dos grandes eventos; quero voltar a ver a Justine Henin, ver Maria Sharapova, rever um Nadal consagrado (já jogou o Estoril Open) um James Blake ou outros de igual valia…e quero um “fixo”, mas acima de tudo quero e espero que o Estoril Open seja uma grande oportunidade para os grandes jogadores se exibirem, e não a grande oportunidade para uns quantos «paisanos» passearem a sua vaidade

(Mais império menos império, mais faraó menos faraó, será tudo um vastíssimo cemitério, cacos, cinzas e pó.) … paraue o sonho se concretize, porque é com sonhos que «o mundo pula e avança», dizia António Gedeão, muito a propósito, ainda para este 25 de Abril que se aproxima…

terça-feira, abril 22, 2008

Mononucleose

Por curiosidade ao saber que Federer tinha recuperado de uma Mononucleose

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre

O Beijo é a principal forma de transmissão do virus Epstein-Barr. Quadro de Henri Toulouse-Lautrec, 1892

A mononucleose infecciosa é uma doença de progressão benigna muito comum causada pela infecção pelo vírus Epstein-Barr, e transmitida pelo contacto que contenha saliva. O vírus responsável está contudo implicado na patogénese de alguns cancros/cancêres relativamente raros, mais comum na raça negra.

Vírus Epstein-Barr

O vírus Epstein-Barr, ou CMV pertence à grande família dos herpesvírus (que inclui também os dois virus que causam a Herpes propriamente dita). O seu genoma é de DNA bicatenar (dupla hélice), e multiplica-se no núcleo da célula-hóspede.

Ele reconhece o receptor para o componente C3d do complemento e portanto só atinge células com essa proteína membranar. Este vírus infecta principalmente os linfócitos B do sistema imunitário e as células epiteliais da mucosa do nariz e faringe. A sua predilecção pelos linfócitos e outras células "mononucleares" (em contraste com outras células imunitárias denominadas polimorfonucleares) foi usada para o nome da doença. Têm a capacidade de causar infecção lítica de multiplicação rápida que destroi as células mas também infecção latente de multiplicação lenta que preserva a célula, originando estado de portador crónico. O virus pode ser reactivado em casos de imunodeficiência como suceda na síndrome da imuno-deficiência adquirida (SIDA/AIDS).

O Epstein-Barr, além de causar a doença aguda da mononucleose, também é um virus que provoca infecção assimptomática crónica, e a presença de oncogenes no seu genoma significa que pode induzir a imortalização de alguns tipos de células, particularmente linfócitos B, e aumentar a probabilidade de alguns tumores como o carcinoma nasofaringeal, o linfoma de Burkitt, ou o linfoma de Hodgkins numa pequena minoria dos indivíduos que infecta.

A infecção aguda é eficazmente controlada pelo sistema imunitário, com acção citotóxica dos linfócitos T contra os linfócitos B infectados, que são destruídos na sua grande maioria. Os poucos sobreviventes são linfócitos B cujo virus foi forçado a tornar-se latente para evitar a destruição da sua célula-hospede pelos T. A reacção dos linfócitos T leva à geração de formas típicas desta célula, incomuns noutras doenças.

Epidemiologia

O vírus é transmissível pela saliva e troca de outras secreções, principalmente pelo beijo. As populações afectadas dividem-se em dois grupos. As crianças pequenas são frequentemente infectadas pelos pais ou pelas outras crianças, já que têm pouco pudor em lamber objectos lambidos pelas outras crianças; os adolescentes são infectados quando começam a beijar as namoradas ou namorados. As crianças pequenas geralmente não têm sintomas.

Quase 90% dos adultos são soropositivos (ou seja têm anticorpos específicos) para este virus. Isto significa que em quase todos os adultos, um dos episódios de "gripe" que tiveram nas suas infâncias ou adolescências foi, certamente, antes mononucleose infecciosa.

Progressão e sintomas

A infecção inicial é pela saliva alheia. Infecta inicialmente as células da mucosa da faringe, e depois invade os linfócitos B do tecido linfático adjacente, onde continua a multiplicar-se. A sua multiplicação é detectada pelo sistema imunitário que secreta citocinas defensivas que causam febre alta (39-40 °C), mal estar, fadiga, dores de garganta, (faringite) e por vezes hepatite moderada, aumento dos gânglios linfáticos do pescoço. A infecção é controlada ao fim de alguns dias, mas o vírus frequentemente permanece por toda a vida do individuo escondido de forma latente em alguns dos linfócitos B originalmente infectados. Estes linfócitos multiplicam-se mais rapidamente e se autodestroem menos frequentemente, devido a proteínas pró-crescimento e anti-apoptose produzidas do genoma viral. O resultado é a característica linfocitose (aumento do numero de linfócitos) facilmente detectada nos episódios agudos da doença.

A doença em crianças é geralmente subclínica, mas em adultos pode raramente levar a meningoencefalite com disfunção neurológica ou comportamental, obstrução laringeal por edema e asfixia ou ruptura do baço, com casos raros resultando em morte. Algumas pessoas podem ter doença crónica periodicamente sintomática (distinta dos portadores sempre assintomáticos mas com pequeno risco de cancro). Esta caracteriza-se por fadiga, mal-estar, dores de cabeça, febre de 38 °C (por vezes menos), e dores de garganta leves, podendo cursar durante longos períodos.

Na África a presença concomitante de malária crónica complica a situação, pois esta doença estimula a multiplicação dos linfócitos B, o que junto com o estímulo do vírus, pode ser suficiente para que alguns linfócitos entrem em multiplicação descontrolada, originando um linfoma de Burkitt (uma forma de cancro (tumor)).

Na China e outros países dessa região, o carcinoma nasofaringeal devido ao Epstein-Barr é muito mais frequente por razões desconhecidas.

Nos doentes com síndrome da imuno-deficiência adquirida, as complicações oncológicas são muito mais frequentes, e surge caracteristicamente uma mancha branca aveludada na boca, denominada leucoplaquia pilosa.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico é feito por detecção sorológica de anticorpos específicos, contra as proteínas do capsídeo (que continuam a existir por toda a vida) ou contra determinados antígenos do vírus que só existem na fase aguda.

Não há cura, mas foi descoberta uma vacina, mas a doença aguda é quase sempre autolimitada pelo sistema imunitário (imunológico). As complicações oncológicas têm tratamentos químicos ou radioterapêuticos próprios, além de medicamentos anti-virais, como aciclovir e ganciclovir.

segunda-feira, abril 21, 2008

Muito a propósito…

É o que poderia dizer da lesão de Nicolay Davydenko.
Não está em causa «dúvida» sobre a existência de "tal impedimento", mas sim o ter dito (lê-se na C.S.) que o torneio de Monte-Carlo, Mónaco com início a April 20-27, 2008 tinha pesado na decisão…da retirada.
Para além de ser um Grande Torneio Clay - Outdoor para “ele” (basta ver os jogadores que já jogaram a 1ª ronda) realiza-se “no Principado”, e distribui «apenas» €2,270,000 só para os homens (não há quadro feminino)
Será que temos um Grande Torneio ou um Grande torneio/treino ou num Torneio Exibição, que proporcionou 9 dias loucos, «na loucura Federer», com um Finalista a dizer que ia ter 3 pessoas a “puxar” por ele; o Irmão a Cunhada e o Sobrinho….
Estoril Open não pode servir para alguns fazerem o seu 1º teste na terra para afinarem as suas raquetas para (€) Mónaco seguindo para…
Barcelona, 824,000 - Rome ATP Masters Serie 2,270,000 - Hamburg ATP Masters Serie 2,270,000 - World Team Championship Germany 1,500,000 e finalmente Roland Garros 6,947,960

sábado, abril 19, 2008

Passeio pelos corredores da “Fede”


Ao mesmo tempo que se passeia pelos corredores do Estoril Open, nos jornais se lê que a FPT e o sr. João Lagos etc. se fala na criação dum «Complexo» para receber grandes eventos (!) implantar uma Academia para lá meter atletas (incluso os do treinador João Cunha e Silva ou os que estão em Espanha USA e que por lá vão continuar porque não acreditam no que cá se faz), a FPT escolhe precisamente o sábado das meias-finais para sorrateiramente fazer a sua A-G sem que a C. Social tivesse grande espaço para referenciar tal acto, acrescido o facto que neste mesmo domingo se disputa o encontro dos Campeões Nacionais (FCP contra um Benfica em estado de choque) numa espécie de 2ª consagração do título 2007/2008

Mas não só de Grandes Eventos vivem os portugueses, sobretudo aqueles que pela distância e ou dificuldades financeiras não se deslocam ao JAMOR para ver o nº 1 passear a sua classe até à final, ter a sorte de aparecer nos jornais, beber uns “Cocktail Alexander” ou confraternizar…”

Com (Federeres e Nicolais) ou sem eles, entendo que é muito importante no actual momento “credibilizar a FPT e os seus actos”, razão pela qual que reservo perguntas ao senhor que presidiu a Mesa da Assembleia, para que em momento oportuno elucide:

1) Como é que um presidente de uma associação, filiado por um clube Irregular, quizás Ilegal, que não se sabe quem é a Direcção (se acaso tem) com sede num edifício do Estado (o que dirá o Ministro das Finanças sobre uma receita de «renda de aluguer» que o estado não arrecada) pode representar uma Associação?

2) Afinal há ou não clubes irregulares e alguns até ilegais?

3) Que dirá a justiça se quiser interrogar-se sobre a retirada das licenças de “estrangeiros não residentes”; afinal eram ou não legais/regulares?

4) Assinaram os próprios, assinaram por eles ou nem sequer assinaram os papéis?

5) Houve ou não tentativa de receber mais dinheiro com base no aumento de licenças que eventualmente poderiam ser falsas; se não houve ilegalidade porque razão se retiram as licenças?

6) Retiram-se clubes que estão irregulares ou ilegais da lista de «efectivos ou eventuais»? Há clubes nesta situação?

7) Como é que se explica o facto de ter havido votações em assembleias-gerais com os votos desses clubes?

8) Será que alguma associação ou clube Efectivo em situação legal com direito a voto que se sinta prejudicado pela actuação das associações ou da FPT vai impugnar todas as AG que tiveram “votos desses clubes” e exigir uma indemnização por prejuízos causados e acumulados?

9) E como se fica em relação à eleição dos actuais corpos sociais da FPT com votos de associações com clubes em situação ilegal ou irregular?

10) Será que afinal a actual gerência da FPT está ilegal desde 2005?

Que ganhe a Final o nº 1 ou o 4, é-me indiferente; o que pretendo «neste jogo federativo/associativo» é que ganhe a Legalidade a Decência e o Respeito por todos aqueles que ainda acreditam nas instituições

Estoril Open

Final feminina

Vencedora/winner

MARIA KIRILENKO (RUS) 6/4 ; 6/2

MARIA KIRILENKO (RUS)

pronounced: ki-ri-LEN-koh







Rank 32
Residence Moscow, Russia
Date of Birth January 25, 1987
Birthplace Moscow, Russia
Height 5' 8'' (1.73 m)
Weight 127 lbs. (57.6 kg)
Plays Right-handed (two-handed backhand)
Status Pro (October 7, 2001)

IVETA BENESOVA (CZE)

pronounced: be-ne-SOH-vuh







Rank 132
Residence Most, Czech Republic
Date of Birth February 1, 1983
Birthplace Most, Czech Republic
Height 5' 7'' (1.70 m)
Weight 123 1/2 lbs. (56 kg)
Plays
Left-handed (two-handed backhand)
Status Pro (1998)


10 anos de memória

Quando escutei num canal televisivo que este ano o Estoril Open tinha uma final ao nível dos grandes torneios ATP/Grand Slam procurei perceber o porquê desta afirmação; E eis que encontrei alguns dados que me fazem reflectir sobre a máquina de marketing,

Dados curiosos no Estoril Open

De 1998 a 2007

Finalistas Masculinos

1998

1999

2000

6

MUSTER

Thomas

3

BERASATEGUI

Alberto

4

COSTA

Albert

2

MARTIN

Todd

WC


MOYA

Carlos

CLAVET

Francisco








Finalistas não eram cabeças de série

1 wc/ convidado

2001

2002

2003

1

FERRERO

Juan Carlos

7

MANTILLA

Felix

NALBANDIAN

David

NIEMINEN

Jarkko

CALLERI

Agustin

DAVYDENKO

Nikolay

Cabeça de série nº 1 finalista

Finalistas não eram cabeças de série

2004

2005

2006

5

CHELA

Juan

Ignacio

8

SAFIN

Marat

4

ROBREDO

Tommy

2

GAUDIO

Gaston





1

NALBANDIAN

David

2

DAVYDENKO

Nikolay


Cabeça de série nº 1 e 2 finalistas
Venceu c/ nº 1

2007

2008

5

GASQUET

Richard

LL


DJOKOVIC

Novak









1 FEDERER Roger

2

DAVYDENKO

Nikolay

Finalista 1 jogador que perdeu no qualy e foi repescado

Resultado a colocar

3 x o C/s nº 1 foi finalista

3 x as finais foram disputadas sem c/s

1 x o WC chegou à final

1 x o LL chegou à final

Jogadores nº 1 ATP que jogaram o Estoril Open e chegaram à final

Muster (12-Feb-96)

Moya (15-Mar-99)

Safin (20-Nov-00)

Ferrero (8-Sep-03)

Federer e (actual)

curioso!


 
Web Analytics