sexta-feira, julho 22, 2011

Uma é pouco,

VA

NOTA INFORMATIVA

Serve o presente para informar que o projecto Poemas Avulso terá a partir de Setembro uma variante denominada


UMA É POUCO

Este variante compreende a distribuição mensal de poemas inéditos de Cito Loio, em que o autor apresenta o seu lado mais depravado, porco até, pornograficamente violento.

A ilustração desta variante que aqui se apresenta não constará da lista dos poemas a distribuir por ser considerado pelo autor um poema cor-de-rosa, daqueles que devia ser estudado no ensino oficial num país evoluído.

quinta-feira, julho 21, 2011

Dia mundial do chulo...!

Numa sociedade moderna, onde se comemora tudo e mais alguma coisa, é lamentável que não se comemore o Dia Mundial do Chulo.

Se de facto a prostituição foi legalizada em muitos países e até pagam impostos porque não atribuir a nomenclatura de Gestores da Putice aos abnegados chulos, que tanto fazem para manter o negócio equilibrado, sem défice para a Nação, e contribuindo para o equilíbrio mental dos seus ‘colegas gestores’


ONLIUANE

Cantam passarocos ao desafio
Telemóveis d’última gama
Sacando uma de vais ao Dissc’o
Ya, só depois do ginásio

Segundos, chega mais um titio
Acabado de sair da cama
Morfa um baita dum petisco;
É sobrinho do primo Damásio

_ Eh! Brother, como vais indo!
Já ‘vistie’ q’a dia tão lindo
_ Tchau, que m’espera o Arlindo

Depois o ronco duma Porcheta
Seiscentos cavalos, sem égua
Vidros escuros, climatizados
Jantes especiais, puro magnésio

No espelho, foto do proxeneta
Um crucifixo, vê-se à légua
Óculos de aros prateados
Nas mãos volante de tungsténio

_ Oi ‘beibi’, como vai o dia
Muitos clientes para a sacristia!
_ krido onliuane’ de carteira vazia

Vrum, vai-se o Zé das Tatuagens
Cento e cem, que se lixe a bófia
Entra-se com uns bons charros;
Ninguém resiste à corrupção

Voltas e voltas pelas garagens
Que não gostava de bazófia
Business is business, bué carros
Impediam a progressão

_ Desampara o asphalt, palerma
Se saio, vais dar à perna
_ Imbecil, teu lugar é na taverna

O dia de tarde começa a pernoitar
Zé gigolo aparenta cansaço
A vida nobre de chulo é dureza
Vendedoras de sexo!, difícil s’atura

No apartement, depois de cear
Percebe na carteira, fraco inchaço
A crise, trouxera a maldita pobreza;
Zé não as poria no’olho da rua

_ Desabafo, mantém a dignidade
Zé, olha q’inda tens boa idade
Muda-te pró ramo da publicidade

Recostou-se sonhando c’a televisão
Produtor único de telenovelas
Sempre podendo comer as’artistas
Sexo livre, sem concorrente

Era negócio certo, um dinheirão
Para ele e para as suas ricas ‘Nelas’
Conhecendo políticos e juristas
Talvez chegasse’um dia’a presidente

_ Chispa dia, onde está Aurora Boreal
Deve andar’ainda pela capital!
É intrincado ser galdéria em Portugal


Cito Loio

quarta-feira, julho 20, 2011

Dia Mundial da Amizade


Ebrios...!


terça-feira, julho 19, 2011

Definitivamente...

segunda-feira, julho 18, 2011

Já está...e avulso

Para que conste, Poemas Avulso constitui num projecto pessoal que estou a introduzir em Portugal.

De facto com o estalar da crise cada vez mais as famílias apertam o cinto e os cordões à bolsa, evitando despender dinheiro num conjunto de coisas que consideram supérfluas.

A cultura é um bem universal, mas assistimos ao empobrecimento desses valores, razão pela qual a maioria das pessoas começa a considerar um bem dispensável – até nos meios de comunicação social se assiste ao galopar endiabrado da ignorância e da aculturação dos programas televisivos e dos jornais. Não é já uma raridade nem um lapso a quantidade absurda de erros que podemos observar onde menos se esperava.

Se isto é verdadeiro, também não deixa de ser que uma quantidade significativa de pessoas cultas se lamentam por não poderem ter ‘mais acesso’ à cultura por motivos económicos

No caso particular da literatura, especificamente nos Poemas, para além do factor financeiro, observei também lamentos sobre a repetição dos temas num determinado livro, a mesma forma de escrever, e nalguns casos, os mesmos erros.

A proposta que lancei e que estou a desenvolver, passa por entregar aos leitores a possibilidade de fazerem o seu próprio livro a partir dos meus poemas, adquirindo apenas os que gostam e com a dimensão que entenderem, tendo em conta que publicarei mensalmente um poema diferente até Dezembro de 2012, podendo esta projecto continuar para além dessa data.

São produzidas cópias autenticadas através de autógrafos feitos manualmente, o que multiplicará, no final do período o valor dos livros que os leitores vierem a construir. Estas cópias terão um valor fixo de 1 €, o que, ao fim de 15 meses os compradores dispõem dum exemplar/livro constituído com 15 poemas, todos a seu gosto, pago a prestações e sem juros, ou poderão ainda por optar por fazer quadros tendo em conta que os poemas terão imagens em fundo.

Dirão que o livro ficará mais caro, mas na verdade, gostaria que revissem os livros de poemas que compraram nos últimos 10 anos e qual a percentagem de poemas que leram ou que gostaram em cada livro! Será que ultrapassa os 15?

Mas há mais novidades e inovações…!

Aguardem-me

Dificil d'esquecer...!


MOEDAS DE TERNURA

MOEDAS DE TERNURA

Vende-me’um pouco desse sorriso
Por cem moedas de ternura
..............................
..........................

Mas que venha sem tímida submissão
Apêndice disponível – o sexo!
.................................
...........................

Males, peço’ que me possas dar
.....................
.............................

Que te baste a vontade de o libertar
.........................
................................

Cito L.....

domingo, julho 17, 2011

PRENDA POR ENTREGAR,

O SONETO QUE FICARÁ INCOMPLETO

Cito L***
1*-7- 20**

Hoje não quero choros de tristezas
********************
*************************
****************************

Hoje quero ver-te a pular
************************
*******************
***********************;

Quero-te fresca, insinuante
************,******,**********
*******************

Porque’hoje dou-te o resto de mim
**********************
**************************.




Passos...



Poucas foram as vezes em que houve a oportunidade de escutar três monstros da canção universal num mesmo concerto unidos numa única música.

Hoje quando o meu coração caminha para más alla, junto-me a eles oferecendo-lhes algo tirado das entranhas da dor e da vontade em perpetuar a arte o engenho de escrever os gritos da alma em forma de Poema

Durante anos verti para o papel milhares de palavras, sendo um Romance em prosa poética a obra que me lançou como escritor, nomeado de Adolfo Castelbranco Oliveira, quando na verdade sempre fui Inácio (Cito Loio) o poeta, aquele que persegue Camões como referência, sem fronteiras, sem limites, apenas querendo ser o segundo porque o primeiro tem lugar “lá no assento etéreo”

Escrever, gritando com as palavras no momento em que agrido o papel e a cada verso com que rasgo o ventre das estrofes, representa morrer em mais uma sílaba, mais um ditongo, num participo passado ou gerúndio – onde a caneta toma o papel de um bisturi, qual instrumento que extrai o kondyloma da poesia, gerando o poema com que me perco nos passos em direcção “à cova escura”.


JÁ NÃO VOAM PÁSSAROS

Já não vejo pássaros voando no céu
Nem correrem rios pelos vales
Um grunhido apenas, certo chilrear
Bateres de asas das gaivotas;
A escuta dum simplório escarcéu
Dos namorados, seus males
Nem o amor rondando a acicatar
Junto ao roncar vindo das casotas

Não há pingos de chuva para beber
Q’os homens mataram os rios
Secaram bem no alto as nuvens
Após taparem a terra com alcatrão
Nada mais restando para perder
Sentir no próximo Inverno arrepios
Num corpo q’afinal tinha penugens
Como as crias esperando o verão

Longe, mais longe que a lonjura
Plana a visão de um amor perdido
Transformando’s rios em loucura

Crucifiquei-me, novo Cristo erguido
Ao deslembrar toda’uma postura
Para não ofuscar ‘orgulho adquirido

Cito Loio

sábado, julho 16, 2011

...!



É verdade, não tem título

Serena, sopra a fresca arrelva
Uma aragem que suaviza
Como brisa trespassa a selva
Longe do mar calmo d’Ibiza

Monte Carlo, em linha recta
Antes os Pirinéus, Mont Marsan
Uma viagem quase directa;
É noite, chegamos de manhã

Vou célere, de Elvas à Covilhã
Revejo Évora, nada m’afecta
Anadia, não esquecendo Lousã
Beja, ó! Nada me completa

No Porto de trem até à Galiza
Lembro a cidade de Huelva
Canárias que o tempo suaviza
E outros mundos sem relva

São tantas’s viagens milagreiras
Histórias com fim por contar
Algumas a passarem fronteiras
Uma morta, foi a enterrar

O mundo, no seu gira que gira
Deu voltas, contas perdidas
Lembrando-me “quem dá e tira”
Anciãs frases ‘inesquecidas’

Cai retentiva’um amor de feridas
Que não saram a toque de Lira
Sequência d’outras, parecidas
A chagas; porque não m’admira!

Fecho’canto, ninguém irá cantar
Em festas de vitória, canseiras
Sem esquecer a palavra amar
Aprendida com as brincadeiras

Cito Loio


quinta-feira, julho 14, 2011

só alguns dias...!

Suspensão temporária

terça-feira, julho 12, 2011

Mais um choque com cobertura...

Mais um choque com cobertura
MANUEL PEREZ

Com o recurso aos segundas linhas, João Sousa e Leonardo Tavares, a Selecção Nacional encerrou ontem a passagem pela PostFinance Arena, em Berna, e leva na bagagem um rotundo 5-0 favorável à Suíça, na segunda ronda do Grupo 1 da Taça Davis. Desfecho aguardado, se bem que existisse a esperança de conquistar o ponto de honra, tendo em conta que Roger Federer não actuou no último dia.

João Sousa (198º ATP) perdeu, 6-3, 6-4, com Marco Chiudinelli (206º), um jogador que esteve dois meses sem competir, e Leonardo Tavares (311º) fez o que pôde diante de Stanislas Wawrinka (15º), cedendo 7-6 (7/1), 6-0.

Esta eliminatória, se bem que antecipadamente "entregue" aos suíços, voltou a evidenciar a falta de afirmação do tenista português em recintos cobertos com pisos rápidos. O nosso histórico, quer individual quer colectivo, não é nada famoso. Na Taça Davis, Portugal disputou a 14ª eliminatória nessas condições - sempre fora de portas - e continua a deter apenas um triunfo: Estónia, em 2005. Pedro Cordeiro reconhece que "não se pode fazer grande coisa para inverter uma situação que tem a ver com as características do jogador e do ténis português". O seleccionador gostaria, contudo, que o Centro de Alto Rendimento "pudesse um dia mais tarde ajudar a Selecção a ter jogadores mais adaptados a essas condições".

*
Jogadores mais adaptados ao piso rápido e coberto!
Penso que a resposta está explicita no próprio desabafo do capitão!
Interrogo-me por isso como poderá um Centro de Alto Rendimento ajudar a ter os tais jogadores...

segunda-feira, julho 11, 2011

Poque o tempo se fez velho...!

POR CÁ ME QUEDAREI!

Cortei resistentes cordas de sisal
Que me prendiam a uma baía já insegura
Rumei sangrando a este Portugal
Antecipando’a idade por demais madura

Lá, deixei a alma ladeada por Acácias
Desde o Colonial à velha Maternidade
Escutando na chegada, falácias
Justificando o que não era verdade

‘Milhares de milhares’ em debandada
Gritos, turbinas de um avião
Balas soando na superfície zincada
Apontando, que frágil é o coração

Agraciado pela intrépida eloquência
Em quadro negro, gizei vida nova
Varrendo toda’ minha inocência
Fechada num baú que se não renova

Trinta, quarenta! – Dói a efemeridade
Cruz de lata em campa rasa
Ao escutar tanta asinina celebridade
Culpada do sonho mudar de casa

Caminhando volta’ dor que s’enfrenta
Revivida novamente a vil traição
Reconhecendo que a morte, lenta
Banira do vocabulário’a palavra’acção

Tomei das cordas a ponta’enegrecida
Desafiei o tempo, que já não regressa
Junto a uma costa, por’ondas, batida
De um Atlântico que me atravessa.

Cito Loio
(Intemporal)

domingo, julho 10, 2011

Qual a razão...!

Assassinaram

o engenho

a arte

e um talento

Poetas

de todo o mundo estamos de luto


Mais corajosa que um avião

Este poema é dedicado a todas as mães em geral, a todas as mulheres que nunca puderam ser mães, às que um dia venham a sê-lo.

Durante muitos anos, gente ‘menos’ criticou demais o que transmitia em relação às mulheres!

Pela pena de Cito, quero dizer a todos esses que inadvertidamente fizeram juízos de valor sobre os meus sentimentos, que não digo pela boca fora! Sou dos que escreve publicamente que Mulher se escreve com M, tal como Mãe.

Tributo

Porque os ‘homens’ invadiram os seus territórios sem pagarem imposto, elas têm de lutar contra os soldados de palha e contra os aviões que cruzam o seu espaço.

sábado, julho 09, 2011

Silêncio dos mudos...!



De que cor são as lágrimas de um macaco quando se aponta uma arma! Não sabe? Ao espelho a diferença é nula.

Como sei! Sei porque não sou daqui nem de nenhuma parte, vi as lágrimas num surdo pedido de piedade mais do que as do medo, porque trago dentro do peito o sol avermelhado do sol ao entardecer, os peixe-agulha morderem anzóis, e longe, dizendo-me adeus, toninhas; que lindos eram esses cetáceos!

sexta-feira, julho 08, 2011

À BB...!

À Maria Oliveira

Como tu amavas as gaivotas da nossa terra, a terra da nossa terra, gentes da nossa gente; porque amavas o pó da minha terra, pó que guarda a minha génese, ofereço-te este poema, desejando que as nossas gaivotas continuem a rasar os nossos mares.

Obrigado por tudo o que tens produzido.

quinta-feira, julho 07, 2011

Lixo...!

PORTUGAL………..lixo!

Cada vez mais se percebe a razão pela a qual o bom Povo português elegeu Salazar como o maior português.
O António não perdia tempo com “empresas” de rating
Esses gajos não fornecem, só eduzem
.

terça-feira, julho 05, 2011

Poemas Avulso


Poema do mês
(Julho e Agosto)
Grávida de um Poema

É a mais das puras verdade,

Este poema é especial – não se trata duma catarse mas que permite exorcizar certos sentimentos. É mais uma história do prenúncio de fim de vida contada num poema, sem quebrantos, mochilas da vivência. Apenas o elogio sentido sobre uma pessoa conhecida, e que nunca chegarei a saber se de facto me conheceu.


ALTO PREÇO


Retrata já, num corpo velho e a definhar
Trémula a mão que quase embala
Do outro lado, a que rejeita a bengala

Frágil vacila por entre pedras ao caminhar
Perdendo o olhar no céu estrelado
Sobre a serra de Sintra, em qualquer lado

No lar hospedada, a espaços com lucidez
Recorda toda a beleza perdida
Do tempo, em que já fora a mais querida

Noite dentro, chegam fantasmas outra vez
Trazem impiedosos total confusão
Recordando ser a mais bela da vila d’Olhão

Também agora lhe bailam imagens difusas
De uma cidade que não esqueço
Q’ela também pagou à liberdade’alto preço

Agora o ‘seu belo moço’ já em terras lusas
Impotente, desenha mágoas em verso
Neste poema, e já em lágrimas submerso


Cito Loio
2011-07-04

segunda-feira, julho 04, 2011

A distribuir...!


domingo, julho 03, 2011

Kuduro...!

A bailar a dança do...

NO KUDURO

Ná penses ficar encolhido
Foi dizendo ao agitar a pêda
Beliscando’o traseiro, q’rido
E se nos fossemos à dêta!

Sem me fazer de rogado
Sequer telefonar ao pai dela
Não hesitei fui-lhe ao rabo
Sem creme ou ensaboadela

Já agarrada ao mastro’duro
Saboreou chocolate e baunilha
Rabeando a dança do cu’duro
Gritou, é bom levar n’anilha

Cito Loio


sábado, julho 02, 2011

Virgem...tu?

Virgem!

E alguém que presta muita atenção ao pormenor.

É meticuloso (a)
Perfeccionista,

especialmente no seu trabalho.


SONSA

Sonsa mastigava uma torrada
Quase que parecendo morder
A ponta de uma orelha
Num ritual que se assemelha
A shows porno é de perder
Em véspera duma grande noitada

E trincava pérfida sedutora
Numa de pré vencedora

Sonsa, expunha pintados
Lábios grossos bem carnudos
Prazer que oferecia
Provocando acessos de epilepsia
Em carne sem condutos
Morangos doces e avermelhados

E trincava provocadora
Provocava, quase triunfadora!

Numa passagem de ingenuidade
Restos de um tempo ido
Revolvi-me excitado
Sem pruridos, exalação de ruído
Resto do troço da mocidade

E deixou por fim de trincar
Sem se inibir de me provocar

Desnudou-se gemendo a fingir
Remexendo nádegas de bailarina
Apertando como se prensa
Pouco ou nada tensa
Comigo por baixo e já a ganir

Continuando a provocar
Prontos seios prós poder trincar

Finalmente, exausto e cansado
Provei a mim q’afinal a idade conta
Seguidas tolice dava uma
Por já perdido e num – ai Bruna
Menina deixa de ser tonta
Ou deixo-te a contas com o diabo

Só então questionei como se chamava
Virgem – quando alguém a amava


Cito Loio

sexta-feira, julho 01, 2011

Já rola a poesia...!




é pouco...?



Este poema não vai (para já) ser publicado pois pertence à série

* 1 por mês é pouco
*

.

SEM ANGINAS

Calem-se c’o raio dessa gaita
E quem sopra na gaita
Procura gozo em gaita vadia
Por não ter uma só gaita

Claro que falo de certa porra
De quem s’arma com sua porra
E no final agarrado à porra
Grita, vim-me ó grande porra!

Azar teu se a engravidaste
Assume que nem sequer pecaste
Apenas não pudeste, evitaste
E foi na vagina que t’enterraste

Remato, são lindas as vaginas
E pobre de ti, nem imaginas
Que em tal doce não há anginas
Lavada, não afecta narinas

Cito Loio

 
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