quarta-feira, novembro 20, 2013

Mundial é no Brasil

DESCOBERTO EM ESTOCOLMO O CAMINHO FUTEBOLÍSTICO PARA O BRASIL!!!




 

segunda-feira, novembro 18, 2013

LOUCURA


 EM NOME DA LOUCURA 


Penetrando o frio pela frestas da vidraça 
traz ladrares dos gatos sobre 'telhado 
o miar da canzoada em alvoroço 
o raio da lua chocando contra zinco 
e disso, quase tudo nada sinto! 
_ rasga-se o dia 'pleno pequeno-almoço 
vendo-m' ainda pela placenta molhado 
confronto-me com significado de parto! 

Que loucura 'osmose d' axioma c' teorema 
ir ao passado recriar a Capela Sistina 
e adormecer no ventre da Pietá! 

Que loucura esta, duvidar de duras penas 
renegar em verso toda a tua estima 
e querer d'oferta o q de prenda se não dá! 


Cito Loio 
17-18 NOVEMBRO 2013

domingo, novembro 10, 2013

Só por vergonha...

Este poema é dedicado ao meu amigo Eduardo Azevedo Couto
Saberá o quanto o aprecio e desejo sucesso como treinador de ténis mas no futuro especialmente como psicólogo



DONO DA RONHA

Hoje evitei que me vissem de rastos
ou percebessem gestos nefastos,
e encolhendo os ombros
fosse mais um por aí aos tombos


Jantado (sorte) perdi toda 'inspiração
que poeta rima baixo tensão;
_ barriga cheia rouba o engenho,
provado ditado pela fortuna q não tenho
-Martelava na cabeça os famintos
estendida a mão pra senhores distintos
recolhendo moedas aceitando sorrisos
q' estômago vazio não conhece inimigos.


Hoje comi sopa dum Tupperware,
deliciosa, feita pela mão de mulher.
-Por velho dono de muita ronha
não chorei, só por vergonha...


(-Hoje anotei razões porque 'u pobre sonha!!! )



Cito Loio
8/11/2013

quinta-feira, novembro 07, 2013

Senhora Rebelo Pinto..pense mas não diga



“Fico profundamente triste enquanto cidadã portuguesa em ver este tipo de manifestações que demonstram falta de civismo das pessoas que vão interromper e tentar perturbar o trabalho daqueles que, neste momento, governam o País”. A afirmação de Margarida Rebelo Pinto,  no programa ‘Bom dia Portugal’, da RTP1



Saberá esta senhora porque as pessoas fazem greve e se manifestam? para evitar que os seus filhos por situações destas. Talvez por isto e por ter visto o que não devia não condeno a senhora, apenas desejar-lhe que não tenha de vomitar cagar mijar no hall dum aeroporto africano qualquer


POUCO CATÓLICO

Hoje não estive lá muito católico
por percebido desgaste que não devia
aparentando um ar pouco bucólico
do tipo, sem Raquel nem Lia

Contei os trocados ...não chega!
- Não perguntem_ chega para quê?
_ garanto não para sodomizar u' pega
namorar apresentadoras de TV
comprar resorts em Marte
curtir Ferraris do "Pininfarina"
escalar 'Himalaias só para ler Sartre
ou pagar mesadas a uma filha filipina.

Hoje, apenas queria u' refeição quente,
uma que fosse sem enlatados,
sentir-te à mesa e subitamente
cavalgar por verdejantes prados.

Hoje, vi círculos com 4 lados...!

Cito Loio

quarta-feira, novembro 06, 2013

"Axo" quem nem o António se atrevia a tanto...!


 "Axo" quem nem o António ..!

 


















O ministro da Educação defendeu segunda-feira em Ovar que, para ser dispensada mais austeridade no Orçamento do Estado para 2014 e ainda pagar a dívida total do Estado, todos os portugueses teriam que "trabalhar um ano sem comer".
 
Por Agência Lusa
publicado em 5 Nov 2013 - 08:35


Senhor Crato; não o conheço e após esta afirmação também não fiquem com muita vontade para tal.
Vi muita merda pelo mundo, 2 irmãos neste seu Portugal a puxarem um arado (por não terem uma junta de bois já depois da Abrilada) filhos a comerem ilusões, casais desesperados por não terem tecto, e ainda de tenra idade o filme Mundo Cão de de Gualtiero Jacopetti que comparado com o que hoje se vê por esta pátria lusa não se distingue grande disparidade a não ser nas afirmações...
Sei que a matemática é uma inteligência específica e não sendo muito dado a "números", e V Ex Ministro da Educação, veja se a sua "inteligência educativa" dá para compreender o conteúdo e mensagem deste poema feito por um gajo quer se calhar já não "come" há mais de 38 anos....

...

DEFUNTO GOSTO A SALITRE

Quiseram tapar o sol c'a peneira
deram com os burros na água
só percebendo o tamanho d' asneira
ao verem-se a contas c' a mágoa

Desconheciam os ditados populares
já nascidos, o amor cegar...
desilusão ter vários paladares
e a redenção pelas ondas do mar!

Sentados nos calhaus dum pontão
formada u' vaga d' ernorme calibre
saborearam o gosto do salitre

Catalino e Rosa da Silva Caixão
soletraram lágrimas d'infinda tristeza!
- Voavam gaivotas acima c' destreza

Cito Loio


Se não entendeu conheço um Professora de Português que foi lixada pelos governos compostos de gente que não passa fome e nunca trabalhou a sério, pois só assim se compreende o estado caótico da nação, e talvez for caso, intercederei junta à douta senhora pedindo-lhe que a custo zero lhe dê explicação cabal do que Cito pretendeu transmitir nesta missiva.

sexta-feira, novembro 01, 2013

Por Ele...

Hoje, sexta-feira, 1/11/2013 faz 60 anos que Carmito faleceu.
Poderia contar algo sobre a defunta mas quero prestar uma homenagem ao seu marido, pelos 41 anos de viuvêz, por esssa travessia no mar de dor em silêncio, demosntrando o quão inimaginável é a servidão e a dedicação humana.
Apagando da memória tudo o que separou, (Inácio e Manuel) relevando o que os distinguia, hoje, perante o mundo reconheço ser filho dum Grande Homem.


POR A NÃO QUERER REPETIDA

Solicito atenção para esta mirabolante história
sem caravelas, talvez com alguma glória
já referenciada pela soberana pena do Poeta
sem varinha mágica, no tempo profeta!

Tijolo com tijolo já homem construiu 'sua casa
colocou de cobertura um telhado de vidro
paredes c' janelas se persianas ou grades
na dianteira uma porta franca à saída
e sentado num sofá d'esteira apreciou estrelas
_ chegado tórrido o verão velejou nas calemas
sentiu o cacimbo e pouco agasalhado
arrumou o barco anzóis chumbos e canas
assobiou ao rafeiro brincou jogando-lh'um pau
e sonhando o futuro, esqueceu a guerra;
_ depois vindo em alcateias pela noite calada
as feras armaram tendas, roubaram-lhe a paz
e num golpe repentino, estocada final
lançaram ondas aos castelos feitos n' areia
arrasando as cubatas da sua miscigenação.
-Acorrentado por inquebrantável jura
ancorou o pensamento num porto já destruído;
_ esquecendo-se da terra, amigos de escola
resistiu às ofensas, acusações condenas
por ter nascido do outro lado do equador
e ostentar invejável lisa farta cabeleira negra.
-Um dia sem dia sem sol dos projectos despojado
partiu à hora marcada desesperançado de retorno
levando o que a natureza à nascença lhe dera
recebendo da pátria por reforma o esquecimento
corria 1994, a 16 do pequeno mês de Fevereiro
notada apenas co' ausência a fria chuva
dispensando 'adeus - morria um Homem inteiro
abatido pela lei dos cadernos eleitorais!
-Desconhecendo o mundo ficara empobrecido
não vendo que o poeta (cantando) perdera raízes
e agarrando os frutos q à terra até então lançara
pagou c' sofrimento a falta do amor paternal.

Contei-vos esta história que não quero repetida
e aplicada a catarse, escrita sem amargura
questiono se alguma vez venha a ser lida
como prova duma saudade q há tanto dura...

Cito Loio
30/10/2013

quinta-feira, outubro 24, 2013

Sem politicas de consume...

 

 





ABRIL À ANGOLANA
 
Afianço q as ruas da tua cidade
são como “picadas” da minha terra natal
- Pelas tuas cantaram Liberdade
longe delas, vi aplicar a pena capital
e enquanto tinhas u’ Abril à portuguesa
marchando sob o teu rubro ideal,
o mesmo povo envolto em tristeza
viajava desfeito ‘sonho rumo a Portugal

Nas ruas da tua cidade – vi o insulto
igual ao colhido outrora nos aeroportos

Morrerás na tua terra, cantas, já adulto,
da minha desconheço ‘números de mortos

Cito Loio

quarta-feira, outubro 16, 2013

Presidente de Angola fala....

Sinceramente senhor presidente de Angola, não acha que às vezes é melhor esquecer o passado...este ofereço-o a si


 http://www.esquerda.net/artigo/jos%C3%A9-eduardo-dos-santos-anuncia-fim-de-parceria-estrat%C3%A9gica-com-portugal/29842



ANGÓRANO PÓRTÓGUÉS ÉRÓPÉU
 

Apelidem-me trovador de rima fonética.
- Resigno-me a tal que por ética

nunca copiaria versos, palavras escritas
para frases q sempre foram sentidas…

Encontrarei na curva apertada ‘morte,

findo o percurso e medida a sorte
homem chorarei que chorar é humano;
- por mim ninguém corra o pano,
e construído a pulso meu purgatório
proíbo missas, choros de velório,
mas aceito sorrisos, adeus brejeiro
ao fechar o dia, num esvoaçar ligeiro.

Perto do fim, se definhada a carne

sugiro d’ epitáfio, postado sem alarme,
deitado hirto sobre uma esteira
«aqui jaz um mestiço de primeira»

 

Cito Loio

domingo, outubro 06, 2013

Então senhor Durão Barroso!!!

Nem quis acreditar que este senhor dissesse que se deve meter a Constituição numa gaveta!

Aceitava-se uma afirmação deste calibre se vinda de um incontinente verbal  mas de um ex 1º Ministro ???



CARRASCÃO NÃO 

Emborquei três garrafas de vinho baratucho 
aleguei ser do calor...bruxo!!! 
evitando que me vissem "desidatado" 
em riachos de sangue "distilado" 

Do Olimpo gritou-me o sacana do Baco 
«Para antes q te transformes num trapo 
rolado ébrio para uma valeta 
gasta q seja (no fim) toda a cheta 

Escutado parei. Aceite o conselho 
coloquei no degrau um joelho 
e no olhar tudo menos súplicas de perdão 
exclamando: Não volto a beber carrascão!!! 

Cito Loio 


.

terça-feira, outubro 01, 2013

Rui Moreira...simplesmente

Sobre as 6 da tarde deste dia  (29 dia de eleições ) dizia a alguns amigos e amigas recentes, que a vitória do Rui era certa, pois  sentia vontade de cantar...

"não somos filhos da madrugada
mas pelas ruas do Porto vamos
escolhendo u' presidente que não traga,
promessas carregadas d' enganos...


Às 20:00 dava-se a confirmação e a alegria estalou na sede de candidatura iluminando os Aliados. Independente do que se disser, esta eleição representa acima de tudo o despertar de uma Nação, de um Povo que disse não (!) não queremos miséria, não precisamos de promessas, apenas desejamos pão para os nossos filhos, agasalhos para os nossos velhinhos, e uma palavra de verdade entre a mentira.

Durante os últimos 37 anos vivi uma mágoa imensa por me terem matado os meus irmãos. Tantas lágrimas verti com Adriano, olhei para o nome do meu avô e vi a minha terra mãe agrilhoada. No Douro vi correr o meu rio Kuanza, nos vales as minhas planicies. Fiz parte da lista de candidatura deste homem "enorme", novo símbolo da governação, valor mais alto que se "alevanta"; do que depender de mim contará com 60 anos de erros acumulados para que se não voltem a cometer.

Portugal virou no Porto; espero que o povo português perceba definitivamente que a democracia não se faz com siglas partidárias mas constroi-se com Homens.

Parabéns Rui Moreira; este é para ti




SEM ENFARTES

 

Hoje fui a votos, apoiei Rui Moreira

enfrentando u’ desafio titânico

sem demonstração de pânico,

vencendo nas urnas _ de q maneira!



Prometemos só o possível de se fazer

obra que um dia severa feita

lutando contra quem nos queria parar,

demonstração da força q nos movia

_ mesmo sabendo pouco vir a receber

avancei dando o corpo ao manifesto

revivendo (estoicamente) sem pensar

tempos de loucura e rebeldia…



Hoje ganho apenas mais um combate,

relevo d’outrora qualquer derrota

infringida por quem só fez batota,

que pr’ ostentar sisudez não basta arte



(- Hoje a muitos provoquei ‘u enfarte)


Cito Loio

29/09/2013


quarta-feira, setembro 18, 2013

Mentiroso eu!

....

....porque li uma afirmação do senhor PPC (1ºMinistro de Portugal) sobre as autárquicas e os os candidatos referindo-se que estes «deviam dizer a verdade» não podia (quisesse) deixar de lhe oferecer este trabalhinho...esperando não arranjar uma carga de trabalhos...



SÓ FALTAVA PONTO FINAL
 
Prescindo de escrever esta história em verso
e munindo-me para tal para tal doutra ciência
puxei pela memória gastei a paciência
mas trouxe ao consciente o que submerso

Era uma vez…um jovem que vivia correndo,
jogava à bola, sonhava um dia ser cientista
astronauta piloto pintor até malabarista
sem q os companheiros disso fossem sabendo

Na recolha do seu quarto à noite e à varanda
olhava as estrelas, contava o tempo do trovão;
_ apanhando pingos de chuva c’ a concha da mão
escutava Bethânia Buarque e Carmem Miranda

Jantado, bailava c’ passes e dribles merengue,
desafiava os amigos para caça ao “matondo”
corridas à volta do largo – “eu já estou pronto!”
esquecido d’ ameaça da mãe “ele que não me tente”

Foi crescendo com más notas, faltas ao limite
afrontamentos c’ policias por actos ilegais
punho erguido sinal de revoltas brutais.
«Só aceito as guerras q a natureza permite»

Apaziguou dor e perda com corpos salgados,
cantou baladas desnudas de capa e batina
solos de guitarradas passo doble e concertina
olhando desconfiado certo tipo de soldados

Por experimentado o fel colhido na guerrilha
colocou uma cruz no tempo, ainda presente,
ficando-lhe sabido q é n’ ausência q s’aprende
quão devastador é o ribombar duma armadilha

Mudou a cor do camuflado vestido d’igual maneira
tornando-se o olhar embaciado frio e duro
sujeitando (sem conta) ‘vontade de saltar o muro
valendo ‘morte o mesmo, independente da bandeira

Soado marchas em manifestações da insatez
percebeu o nojo depositado na flor dum cravo
por quem nunca fora veramente bravo
entregando tudo o que feito, ‘a quem nada fez’

Viu-se envolto pela mais conspurcada tramóia,
joguete nas malhas q afinal (o império tece)
igual ao que tecera na terra da piranha e sequóia
ficando ao povo ‘a fome q o melhor se oferece

Quanta injúria por parte da ditosa democracia!
- Que país pelos continentes outrora invejado,
pelos 4 cantos do mundo nunca antes navegado
agora banco de ensaio da mais selvagem economia

No íntimo do seu ser escutou o noticiado,
decreto de morte através do corte de pensões.
- Nada lhe restava, nem amores nem paixões
quanto muito campa a céu aberto num valado

Fora pelos anos corroído, velho para mudanças
usando varas de pau como doirada bengala
quis ver-se firme e forte – tempo de magala
impedido pela idade d’ encetar grandes andanças

Já nem por magra reforma se via esperançoso
sentindo que chegada a vida ao tempo de júbilo
morreria desprezado num passeio público
coberto de moscas caído ao lado dum cão raivoso

Para terminar este raríssimo Conto a tantos igual
o jovem de então, ora a caminho da velhice
olhando as mãos sem que de valor algo visse
percebeu que apenas lhe faltava um ponto final


Cito Loio
16/9/2013

 
Web Analytics