quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Conti…ainda no seguimento do artigo anterior…


...Foi pelas "Competências perdidas" que coloquei em causa o Departamento de Formação; entendo que devemos ser consideradas pelo que valemos e demonstramos ao longo da vida como homens e como profissionais
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A Federação, e este Departamento de Formação em particular, desconsiderou por esquecimento intencional, pois nenhum esquecimento casual se prolonga pelos tempos, as pessoas que referi na intervenção anterior, e sobre a qual justifico de seguida a razão de parte do conteúdo, porque dos Doutorados e Mestrados com formação e prática da modalidade, já disse quase tudo.
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Porque quanto aos treinadores que estiveram na acção de "Formação de Formadores" ministrada pelos técnicos da «Escuela Nacional Maestria de Tenis/ /Real Federacion Española de Ténis», (a mesma equipa que formou os técnicos que deram alegrias aos espanhóis, e que de uma forma sincera e aberta tudo fizeram para que os portugueses saíssem com formação ao nível dos seus compatriotas), para além do risco que acarreta a profissão, tiveram todos, até ao início da acção, praticamente um percurso semelhante ao que se apresenta de seguida e que deviam merecer um pouco mais de respeito.

Formação como jogadores de ténis (formados e treinados por treinadores/técnicos reconhecidos)
Competição durante anos como jogadores (em torneios, campeonatos regionais e nacionais)
Currículo como treinadores (de atletas com resultados)
Presidentes de Conselhos Técnicos (de Ars e Federação)
Fundadores e dirigentes de Clubes (reconhecidos)
Directores técnicos de clubes (com resultados)
Prelectores em Simpósio e da propria federação
Mais de 200 horas de cursos portugueses níveis 1,2,3 que englobaram as disciplinas:
História, Gestão e Organização, Arbitragem, Biologia, Psicologia, Traumatologia, Pedagogia, Didáctica, Técnica, Táctica , Metodologia do treino-(Geral e Específico) ,
Exames práticos e escritos (em todos os cursos)
Reciclagens dos níveis 1 2 (pelo menos), 10.000 horas de exercício da função de treinador
(Tempo de trabalho em clubes até à conclusão do nível 3; 8 anos desde o início oficial da carreira alguns com 30.000 horas de trabalho e mais de 20 anos de profissionalismo) , participação em Simpósios Nacionais e Internacionais (para obtenção de conhecimentos não de créditos e que alguns foram também prlelectores )

Acções de formação diversas (com vários técnicos estrangeiros incluindo especialista em ténis feminino) para...
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Participar numa acção de Formadores de Formadores, (ministrar cursos de treinadores para formar treinadores e não atiradores de conhecimentos), em que tiveram que ...
Estudar 1300 Páginas de Matéria Descritiva/Fotos/Esquemas/Cálculos/Testes/ somadas aos 15 Dias de aulas Prático/teóricas intensivamente com debates noite dentro (tudo em castelhano), num total aproximado de 120 horas programadas com prática de campo de alto grau de exigência Técnica Física e Mental, para um conteúdo de matérias tão específicas como:
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Nível
Monitor
Organização Planificação e Programação de Escolas de Ténis
(Sociologia/metodologia/táctica/método de mestria/ fundamentos técnicos/ equipamento e regulamentação)
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Nível
Treinador e Professor
Sistemas de treino/Método Maestria;
(Táctica/Técnica/Metodologia/Biomecânica)
Prática de Jogo e Análise em competição
Ténis de cadeira de Rodas
Debates e entrega de trabalhos
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Todo este esforço e dedicação, por parte de pessoas (que pagaram hotel alimentação transportes, despenderam o seu tempo e tempo quem sabe se sacrificando a família) a quem a FPT nem sequer teve a amabilidade de explicar, porque razão afinal, aquilo valeu zero.
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O País não se pode dar ao luxo de prescindir de "Competências demonstradas"
A estes homens terá de ser feito justiça e o reconhecimento público
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Esta foi mais uma das razões que me levaram a ponderar que era a hora do ténis ser entregue a Homens do Ténis, e impedir que pessoas que nem cursos de treinadores têm, venham exigir aos técnicos com o nível 2 ou 3 reciclagens; ser treinador não é ter um conjunto de conhecimentos desgarrados; é saber exercer essa função, e para isso é necessário que se ensine os técnicos a serem de facto treinadores, e os actuais membros do departamento de formação não têm suficiente "competências"para tal.

Injustiças, ameaças de suspender a carteira profissional, ou situações nebulosas, devem ser objecto de correcção, e perante este quadro inadmissível de certo «au suivant», para mudar a face do ténis mais uma vez reitero disponibilidade e determinação de avançar para a Presidência da Federação.

6ª feira Tanjerinas

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

CALMA...ainda não é o TANGERINAS


Primeiro presto a minha Homenagem a um grande senhor do témis português, um grande Homem , Campeão, e Formador: Alfredo Vaz Pinto; se ainda se recordar do Adolfo, quero publicamente dizer: que falta me faz, e faz ao ténis. Etermamente Grato por me ter ensinado a ser Treinador


Curso de Nivel quê? Na Maia! Com estrangeiros?
20 anos depois da última vez que cá esteve Richard Schonborn.? (obrigado por tudo o que me ensinou no curso de Nível 3/ thanks)..
Depois de tudo o que alguns técnicos passaram para se formarem, ainda é necessário importar?
Claro que é mais seguro...
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Afinal os que lá estão no D.F não têm Competências para exercer certas funcões.


...Os senhores Mestrados e Dutorados, João Carvalho (por onde anda?), Rui Ornelas (olá amigão) Cupido Santos da Universidade de Coimbra (cara, o meu amigo fazia sombra, doutorado em Inglaterra e prof, numa Universidade Estatal) , José Sustelo (azar..um beijo aos miúdos e mamã), só para citar alguns, não têm COMPETÊNCIAS para dar formação a treinadores já com o Nível 2 tirado (o que não se sabe se...)
E os meus amigos, Nuno Ralheta, Pedro C Macedo" Peu", António Reis, Alfredo Laranjinha, (desculpem os outros) que gramaram 2 semanas dia e noite, com técnicos da Escuela Maestria (Federação Espanhola) que vieram propositadamente formar "Gente" para serem formadores de treinadores portugueses que falam e escrevem português, que custou uma pipa de massa à Federação e aos participantes, não servem para nada?
Fico com a sensação que o Director do Departamento de Formação não quer Portugueses com Competências e Competentes por perto, já que os nomes indicados são treinadores com provas dadas na vida académica e na profissional, mas acima de tudo, sabem de Ténis e Jogam Ténis.
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Será que o senhor Maio fez as reciclagens de níel 2 e 3?
É que até hoje sabemos que foi dada a equivalência ao nível 3 (terá sido (?) para justificar a sua estada no Centro Nacional de Treino que tão bem orientou e com resultados inquestionáveis) mas não sabemos qual a sua formação de facto... Que fique bem esclarecido que nada de pessoal me move contra este técnico, mas não sou eu que aprova ou dita as leis..
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Também não me estou a fazer ao lugar de Director do Departamento de Formação nem de DTN.
Na verdade quero ser Presidente da FPT em que, sendo eleito, as 1ªs medidas que tomarei são:
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a) Contratar (se disponível) o señor António Arrans para Dirigir o Dep de Formação / tb tenho alternativa
b) Contratar (se disponível) o Juan Carlos Andrade para DTN/ tb tenho alternativa
c) Depois convidava os senhores que acima considerei competentes para apoiarem o desenvolvimento do Ténis em Portugal
d) A seguir limpava o Edifício Federativo (Clues/Ars) pondo ordem na casa
e)Convidava alguém «com eles no sítio» para ir aos poucos entrando no domínio destas coisas do Dirigismo de Ténis e preparar a sucessão.
Por fim pedia a demissão...
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Nota: bpost corrigido
Desculpa o engano Peu

domingo, fevereiro 17, 2008

Casting PNDT


Antes de publicar o artigo Tangerina…uma achega ao Casting PNDT que durante este Sábado a FPT teve a triste ideia de levar para o complexo Municipal do Aventino, convocando através do fax ATPorto os atletas dos clubes desta Região; (desconheço qual o meio utilizado em relação a A.T de Vila Real)
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“Triste” porque por azar às vezes ando por lá a ajudar os que não querem ser talentos mas simplesmente jogarem no futuro e para o resto das suas vidas Ténis com alguma qualidade.
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Sobre este tipo de programa já emiti opinião, só que ao fim de 2 anos não se sabe onde meteram ou que fizeram com os talentos detectados!
Mas…desta vez tive a oportunidade de ver e ouvir, “com os sentidos que Deus me deu”!
Pior do que pensava;
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Primeiro porque detecção de talentos o que por lá se passou não é de certeza: quando muito andam a mensurar Capacidades e Habilidade e utilizando baterias e esquemas que servem para o trabalho do dia a dia dos treinadores/professores
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Observando desapaixonadamente, fica-se com a sensação que os técnicos que vi por lá são uma espécie de FISCAIS que andam a analisar o trabalho dos outros; mesmo assim nem sequer o sabem fazer.
E se não bastasse entra campo dentro a seleccionadora Magda Leal a mandar bolas, como se aquilo que lá se passava fosse um Festival de Raquetada, onde qualquer um pode ir experimentar a arte de lançar bolas de 1 carrinho
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Para piorar o ramalhete introduzem um esquema que foi apresentado no último simpósio em Espanha, esquema que nada te a ver com o propósito da acção, e que serve apenas e tão somente para testar ludicamente a potência do serviço do género medição da profundidade do golpe; Claro que para leigos e pais ingénuos deram um brilharete, só que, nem todos os pais são ingénuos e alguns até sabem de ténis mais que os próprios técnicos do programa: refiro-me ao esquema em que se colocam os “atletas” de costas com a raquete entre pernas para defender as “partes”; só que, quem idealizou isto nunca passou pela cabeça que um dia aplicassem isto com num programa dito “pndt em Portugal
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Também não consegui perceber o que foi fazer o responsável do PNDT, que não apareceu de manhã quando estavam (os mais pequeninos) e que mais carecem do conhecimento superior do Coordenador Geral para apoiar a observação; apareceu tarde e de tarde.
De qualquer forma, Nuno Mota, agradeço o facto de ter vindo cumprimentar-me, mesmo depois de saber o que penso do «seu programa», demonstrando que é uma pessoa “politicamente esperta” e que não mistura o que não deve ser misturado; Não se medindo por aí as competências, mede-se pelo menos a educação.
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Mais, alguns reparos:
1)- Não é assim que se colocam "as crianças" quando se pretende analisar o seu desempenho técnico/instrumental num voley, isto se alguém me conseguisse demonstrar que este golpe é importante para definir as capacidades de um (?) hipotético talento; não se deve «barreirar a acção» com a rede, meus senhores
2)-Uma bola na execução de um “smash” cai à velocidade de 9,8 m/s, «Vel» desaconselhável para “niños de 6/7 anos alguns deles ainda no limiar da 1ª infância, cuja capacidade sensorial, a percepção espaço/temporal, a resposta motora, não estão apropriados para este tipo de execuções sem “rebote”. Houve muitos que levaram aquilo que se chama um “carolo”; sorte não se tratar artes marciais, com …Adagas. Eles, os técnicos não têm culpa; devem ter sido formados pelo actual Departamento de Formação

Espera-se que ao menos expliquem aos treinadores das criancinhas que não foram considerados talentos, quais as Variáveis Limitativas (para a modalidade) da sua exclusão, e digam que a decisão não é definitiva, de preferência antes que “elas” mudem de desporto.
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Se estes senhores do «Programa/Projecto/não sei bem como chamar», incluindo a própria direcção da FPT S-G e demais instrumentos ao serviço da modalidade, conhecessem “alguma coisa” dos factos que fazem a “história” talvez lhes viesse à memória o que aconteceu às gémeas Sanchez-Allyetto, com a Amanda Coertz, depois de um técnico “sem tino” dizer que ela ”nunca jogaria ténis”, ou vissem Jay Berger a servir, e que foi 10 in the world.
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Foi o que me aconteceu no final de 5 horas de folclore a que assisti, ao ter a amarga sensação de estar num “cinematógrafo” revivendo um daqueles filmes «intemporais» da 2ª guerra mundial em que as criancinhas brincavam no recreio e de repente caía uma bomba… mesmo no prato de sopa.
Provavelmente o que irá acontecer aos que foram “eliminados” caso os pais não estejam atentos e não os informem que aquilo não passou de uma simples filmagem para uma Telenovela e que eles estavam lá no papel de Figurantes, daí a a quantidade de fotos tiradas; até Diplomas de presença se dão, possivelmente para adicionar ao currículo quando forem fazer o curso de treinadores de Nível 3.
Mas (muito mais pior) paupérrimo e elucidativo, tendo em conta que a maior parte das crianças eram oriundos de clubes da associação do Porto foi não se Detectar nas imediações nenhum dos directores.
Nem sequer se deram ao trabalho de aparecer, exactamente o contrário do que se espera de quem apregoa a bandeira do Mini-Cir. (não sei se estava alguém de Vila Real) o que é pena, pois deviam ter mandado alguém da (Universidade de Trás-os-Montes) para que eles pudessem dizer a esta gente: não brinquem com coisas sérias.
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Como este tipo de programa só acaba quando não houver dinheiro ou entrar alguém para a FEDERAÇÃO que saiba alguma coisa de Dirigismo, preferencialmente de Ténis, que tal reflectirem sobre alguns “conceitos úteis” para não estragarem o que os treinadores andam a fazer, evitando que os sonhos das crianças se transformem em pesadelos

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Cinco (5) pontos a reter
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1º- As capacidades dependem de factores Genéticos e Vivenciais, o que me parece que não foi observado; perguntem ao menos se as crianças têm mais de um ano de prática regular que lhes permita vencer com alguma facilidade estados de ansiedade, número e treinos semanais, torneios participados, actividade física escolar e depois observem através de baterias dirigidas para os diferentes graus de desenvolvimento
2º- Uma Habilidade é um acto específico, um movimento pré determinado a um estímulo e aprendida através da prática, e estará sempre dependente de um conjunto de capacidades subjacentes; exactamente o que são os Golpes no ténis; os que estavam a analisar era precisamente o desenvolvimento de gestos técnico/motores em que alguns são irrelevantes para certas idades
3º- Uma Capacidade refere-se ao que se possa fazer num dado momento, e isso não determina talentos; já uma Habilidade pode ser desenvolvida através da prática, que é o mesmo que dizer “treino de repetições” de acordo com factores complementares e aí já se afiguram dados de desempenho que podem levar à focalização do pormenor de um desempenho talentoso; quando se pratica uma Habilidade por períodos prolongados passa-se de iniciante a executor hábil, o que não aporta em si o conceito de talento/vencedor, razão pelo que só é de excluir o talento depois de se analisar o seu desempenho na objectividade do jogo.
4º- Determinadas Habilidades dependem de capacidades musculares e do estágio de maturação, pelo que determinados tipos de execuções Técnicas não devem ser solicitadas, quando numa fase precoce se pretenda avaliar capacidades como por exemplo, Equilíbrio Dinâmico no ténis, que é o que se passa com o golpeio da linha de base.
5º- Ter presente que a Proficiência implica uma especialização e não generalização, e no ténis, o Talento observa-se de torneio em torneio ao longo da formação competitiva onde se contrabalança o modelo de jogador e o modelo base de jogo desenvolvido, e em que eventualmente a conclusão da observação deve ser alcançada antes de se atingir definitivamente a maioridade, ou seja antes de se esgotar o totalidade dom período destinado ao desenvolvimento das capacidades globais
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Senhores da Federação, mesmo sabendo eu muito de nada e pouco de ténis, lamento, mas chamem um Assobio ao PNDT, porque o que assisti de Detecção de Talentos nada tem
Em vez de esbanjarem o dinheiro em brincadeira que tal pensarem em gastá-lo (em coisa) mais importante, tal como Desenvolvimento do Ténis em Cadeira de Rodas ou isentem de pagamento do valor da taxa da licença e renovação, às crianças até aos 10 anos, desde que sejam os ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO a assinar os papelinhos…

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sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Teniscídio???

Começo hoje por ter um leve esperança que por cá não rebente outro tipo de bomba…


A introdução…
A mentalidade científica é inevitavelmente evolucionista e a razão do ser humano não se confina à verdade lógica mas à ôntica quando se refere que não é a mesma coisa Saber que Experimentar. O subdesenvolvido é precisamente aquele que não tem o suficiente e por isso o seu ser aparece ao nível do infra-humano.(Manuel Sérgio)
…para além de um «souvenir de Manuel Sérgio», ilustra o meu pensamento sobre a qualidade do actual mundo federativo; não é que seja dado a citações mas esta é de tal forma elucidativa…
e ainda por cima feita por um senhor que foi considerado (por Gomes Tobino antigo SED do presidente Sarney, e responsável pela publicação de livros sobre Metodologia Científica do Treino Desportivo 1979, Decano do Centro de Ciências Humanas da Universidade Gama Filho, etc.) o "maior pensador vivo da E.F. contemporânea
…de certeza estes senhores sabem o que é o Split Step…e estávamos em 1994, ano em que os incompetentes ainda não tinham desembarcado no «porto federativo»

Ao insurgir-me contra a falta de qualidade do ténis português, reconhecido por muitos, não o faço pelo prazer do "bota-a-baixo", mas sim com a preocupação que tenho em ver e saber, e pela experiência de mais de 15 anos de actividade institucional, e outro tanto militando em clubes, quer como técnico, fundador ou dirigente, que de facto a coisa no ténis «tá preta»
Perdem a razão aqueles que acusam Adolfo de ser do contra; fazem-no os subdesenvolvidos, que não vêm para além da pequenez da sua ganância, que sobrevivem ao nível do infra humano, e no paraíso de centavos interesses
Somos um país que atacou o ténis por grosso, «com escória e gravilha»
Já não interessa que se não tenha experiência; chegámos ao ponto de entregar o futuro enquanto da modalidade a quem não tem sabedoria.
Mendiga-se resultados
Atribuem-se Óscares à mediocridade
Há quem tenha orgasmos tenisticos
Só falta filiar a FPT na RFET.
Chegou-se ao fim da linha, mas infelizmente há quem prefira erguer uma cubata com os escombros, do que tal como Fénix, renascer das cinzas construindo sobre elas um novo edifício desportivo/tenistico

Há quem diga que hoje se joga pior que se jogava "no seu tempo" e falamos de 25/30 anos atrás o que não é de admirar, ao analisarmos friamente o que são (hoje) a federação/associações/clubes.
Vemos entrar pela porta dentro gente que nem sequer sabe quantos pêlos tem uma bola; gente que nunca jogou ou de qualidade paupérrima.
Entregaram a formação a pessoas "sem historial ou "currículo" na modalidade.
Temos técnicos sem experiência e nalguns casos sem sabedoria, isto para não falar na fragilidade psicológica ou na falta de carácter que alguns têm demonstrado.
Seleccionadores que não podem acompanhar a selecção num Europeu porque têm que cumprir ordens do "patrão"
Outros que jogam em computadores (!), antes durante… e quem sabe se depois.
Desculpabilizam-se derrotas do País com as faltas de presença "de quem não esteve".
Não se cumprem regulamentos, branqueando-se resultados
Despenalizam-se acusações de actuações de Má-Fé.
A ver se cai no esquecimento, deixa-se escorrer () pelo rio lousadiano
Falsificam-se licenças? Não!
Começo a pensar que se pretende que seja o próprio ténis a cair no esquecimento…Já chagámos ao fim da linha, será que teremos em breve um, Teniscídio?

Próximo post
"Tanjerinas"

quinta-feira, fevereiro 14, 2008

S.Valentim

Para aqules que não amam só o dinheiro

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

6th World Conference on Gifted and Talente Children

Já que não dá ouvidos...ouça ao menos 2 Pac senhor presidente da FPT

É verdade… o post anterior é claramente a denúncia da mediocridade de certos programas da FPT, que para além de já terem demonstrado ao longo de 2 anos que só serviram para alguns se orientarem, servem para desorientar na modalidade muita gente

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Refiro-me «ao PNDT» e que fique claro que não tenho essa posição só porque sou do contra; tenho-a com base em 30 anos de experiência como treinador e como atleta que fui em diversas áreas e sobretudo pelo respeito que me merecem as pessoas que levam uma vida a estudar estes temas.


Uma delas é Eunice Soriano de Alencar, para além de muitas coisas na área da psicologia, foi Professora na Faculdade de Medicina e do Departamento de Psicologia da UFMG, Mestrada, Doutorada nos Estados Unidos, pela Purdue University e post-doctoral scholar no Gifted Education Resource Institute (EUA); de entre muitas coisas destaca-se um relatório apresentado no 6th World Conference on Gifted and Talente Children (GER/85)
No livro publicado pela EPU, Editora Pedagógica e Universitária Lda, sobre o tema Psicologia e Educação do Superdotado, retirei uma pequena “lembrança” para que se possa ter consciência do longo caminho a percorrer até sermos razoavelmente conhecedores do que quer que seja


Diz nas Páginas 23;24 e 27
Tradução

Pág 23/24: são consideradas crianças superdotadas e talentosas, as que apresentam um notável desempenho e/ou elevada potencialidade em (vários aspectos) isolados ou combinados.
Sobre a Capacidade Psicomotora, no conceito de Habilidades Motoras, englobam-se os estudantes que apresentam proezas atléticas, incluindo o uso superior de habilidades motoras refinadas, necessárias para determinadas tarefas, e habilidades mecânicas)
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Para na Página 27 ponto 5 afirmar que qualquer que seja a área em que se insere a superdotação, esta distribui-se em “continuum” ou seja continuadamente, não havendo nenhum ponto específico que demarque os superdotados dos que não são.
Desta forma é inclusive possível que indivíduos considerados não superdotados passem para esta categoria, se os seus interesses forem suficientemente implementados
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Não se trata de “talentosinhos”; argumenta-se ao mais alto nível de desempenho humano, considerando sempre a hipótese de…
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Imaginem agora o quão frustrante deve ser para uma criança entre os 7 e os 10 anos, ver-se rejeitada num processo de escolha, e depois ir para o seu clube e treinar (quem sabe se não ganhar) aos que ,por mera ignorância de uns quantos, foram considerados como talentos
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Claro que isto não se dá, porque os talentos vão trabalhar para os centros de treino que a federação promoveu, que estão preparados infra e estruturalmente para receber esses talentos
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Todos temos conhecimento pela Imprensa dos grandes feitos dos talentos oriundos do PNDT,
tais como Michelle, Gastão, Almeida, Mª João, Patrícia, Kiko Ramos, para não falar da grande revelação no Vila do Conde Júnior, Trueva, passando pelo Frederico Silva, ¼ finais no Orange Bowll, Prazeres, Frederica, Nuno Marques, Cunha e Silva, Mota ou Couto, Gil Tavares, Boluda, etc…

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segunda-feira, fevereiro 11, 2008

A música é outra

Senhor Presidente da Federação, defenda as nossas crianças de programas tipo «Extermino à Raquetada», ou numa versão mais soft, «Em busca de uma Floripaella em Skirt», do tipo casting para programas do Canal J’amor.

Não permita que um bando de «pardalecos» entrem num campo de ténis "e digam" a uma criança de 7 anos, tu não tens talento…
Não queira que os pais gastem dinheiro vivo em programas de recuperação para jovens traumatizados, porque um dia um demente qualquer os violentou psicologicamente.
Não permita que se reguem os campos do nosso país com as lágrimas de uma juventude traída.
Aos que dizem na calada da noite que o ténis cada vez está pior, e se calam de dia para continuar a "mamar" enquanto durar, corte-lhes a teta.
Assuma a responsabilidade de exigir honestidade a todos os que compõem o edifício federativo, ou batendo com a porta, entregue as chaves às Associações, e os dirigentes que paguem "os custos" do próprio bolso, porque há muitos que se têm governado à grande, no pantanal em que se vive esta modalidade.
Uma auditoria à «podridão consertada» dava para fazer teses de doutoramento em criminologia desportiva.

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A que propósito vem este "post"?
Não acredita no que se passa nas selecções?
Não dá ouvidos ao que se murmura?
Não acede à Blogosfera?
Não lê jornais Isentos
?
nâo!
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Pelo menos digite

domingo, fevereiro 10, 2008

Winter 08

Falar para quê?
Já tudo está dito
É mesmo uma Infernia o que vai por aqui...


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sábado, fevereiro 09, 2008

Um modelo para os meus sonhos...

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Tempos...de boémia



Tu que posavas nua...e eu que que pintava a fome

terça-feira, fevereiro 05, 2008

Vergonha apadrinhada?!…


Com o Post de hoje pretendo relacionar a podridão humana com a servidão da ignorância e dar a conhecer a «náusea» sentida perante o que certas pessoas escrevem e o que outras aprovam.
Cita o relatório de actividades Associação do Ténis do Porto, aprovado em 2007 não vai assim há tanto tempo, que num passado recente (certamente referindo-se a 2005), foram as associações «que salvaram a Federação de uma Falência Vergonhosa…».
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Com que dinheiro o fizeram?
Com as verbas que receberam do IDP através da FPT?
Os clubes ao aprovarem um relatório com este tipo de "escrita" estão a denegrir pessoas de bem, que deram provas que estavam no bom caminho, reconhecidos pelo actual presidente da Federação numa entrevista transcrita no folheto do Ténis Atlântico de Dezembro de 2007 e cujo responsável é o senhor (AJPF) presidente da ATPorto, igualmente responsável pela alusão feita à federação, e que dois ou 3 meses depois já se tinha esquecido da Calúnia transcrita no relatório?
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Quanto a Falências…
Sei que há fraudulentas, técnicas, etc, mas Vergonhosas!...
Será que a anterior Direcção da FPT era composta por "gajos" sem vergonha?
Os senhores, Eng Valle Domingues o sacrificado Eduardo Plantier o brilhante jurista Dias Antunes entre outros, não eram pessoas de respeito?
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Acaso roubaram?
Acaso desviaram?
Mentiram nos Relatórios e Contas da FPT?
Andaram a pagar despesas das empresas dos amigos?
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Os senhores da associação nortenha denegriram pessoas de bem, das poucas que ainda vou respeitando no seio da modalidade, razão pelo qual não podia deixar de me indignar e insurgir contra este tipo de afirmações gratuitas, feitas a coberto de um Relatório, que mais parece um conto do vigário.
Terão medo que esses homens voltem à Federação e concluam o que estavam a fazer em relação às licenças da Maia? Ou será que agora já sabendo mais e de muito maior gravidade …vão «más allá»?
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Senhores da Associação do Porto, presidentes de clubes dessa região:
Vergonha…é mendigar para matar a fome
Vergonha …é mentir num direito de resposta
Vergonha… é o que devem ter aqueles que roubam quem neles confia…
Vergonha… é o que não têm os dirigentes da ATPorto
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Admitindo a mentira como verdade, há que pensar como chegou a Federação a uma hipotética falência, quando são as associações que aprovam Relatórios, Contas, Planos de Actividade e Orçamentos da "Fede" ano após ano! Será que ajudaram à dita falência para manietarem a direcção e poderem jogar as peças a seu belo prazer? … "A tal vergonha terá padrinhos"
Se acaso a Fede estava numa situação de pré-falência não se soube que alguma associação tenha alvitrado a hipótese de reduzir a sua % para evitar o escândalo.
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Esqueceram-se uns quantos, daqueles que só têm memória quando se trata de insultar gente de bem, que «um conjunto de associações» pretendeu que o IDP auditasse a FPT, e ao serem avisados que, enquanto ela decorresse não se receberia a dotação do Estado com evidente suspensão das verba para as associações, recuaram na decisão.
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Grandes dirigentes, grandes homens…que a troco de «vergonhosos euros», segundo próprio entendimento, pactuaram com situações ilegais/irregulares por parte da FPT!
Ou será que afinal não havia perigo de falência?
O IDP deixar falir uma federação sem intervir?
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Claro que cada presidente/direcção de Associação/Clube pode escrever nos relatórios os disparates que quiserem. Nem os próprios clubes lêem, (como se pode atestar e só por exemplo), em referência uma ATPorto sem vergonha, onde as Contas nem sequer estão assinadas pelo "técnico"…nem consta nome e nº de inscrição na câmara de técnicos de contas, num relatório de 2006 que apresenta documento de 2007, e que…foi aprovado!!!
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Não falem dos outros em relatórios que devem ser documentos sérios
Falem de vós…porque parece que afinal os "perversos" são os que vestem a pele de uma decência falida.

domingo, fevereiro 03, 2008

Egas e...negas


Nos tempos modernos ninguém põe a corda ao pescoço, podendo enforcar os outros…e já lá vai o tempo do grande Egas Moniz salvar Reino e Rei.
Começo assim esta abordagem à FED CUP e às quase naturais derrotas averbadas na edição que agora termina, e que catapultaram Portugal para a descida de divisão e que segundo parece com «negas»

De quem é a culpa?
Não é do ex-capitão-Dtn, dirão muitos daqueles que querem perpetuar a corrupto/cumplicidade que grassa no país.
Do Cordeiro? Só se foi por ter assumido o cargo sem impor condições «aprioristicamente», ou por não ter jogado o singular com a Maria João…
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O Jogo
Na notícia do jornal fica-se com a sensação que o seleccionador quis dizer que selecção ia desfalcada!
Porque não levaram a "Ni" que até tem brilhado nos Europeus
Será que faltavam as ex atletas do Centro Nacional? (Cristina Correia, Ângela Cardoso ou a Sofia Prazeres) só para referir algumas.
Ou estaria o seleccionador a referir-se à Michelle Brito e à Frederica Piedade?
O rosto da modalidade é a Federação e perante o que sucedeu e tem sucedido nestes últimos 3 anos o que esperavam os mais optimistas?
1- Que a Michelle tivesse sido contactada para tirar lugar à Maglie quando esta era atleta do sr. Lucas?
2- Que tivessem dado (1 wc) à Piedade para os Master e impedisse a atleta do ex-dtn "Silva", de ganhar os Master?
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Francamente!...
Joguemos ao berlinde enquanto tivermos berlindes porque com certos senhores na Federação e nas Associações, temos de deixar de parte certas veleidades, e meter a mão na consciência, porque esta modalidade está de rastos…
Alguma vez as associação questionaram a FPT em A.G sobre as derrotas das selecções e os maus resultados que temos averbado, ou questionado/exigido o parecer da federação no caso dos "sopapos" nos Juniores?
Exigiram uma resposta sobre notícias verdadeiras que têm vindo nos jornais de casos que se têm passado no mundo do ténis federativo?
Algum presidente de associação questionou porque razão se escolhe "este ou aquele" para "certo" lugar?
Algum residente associativo perguntou se era necessário baixar os subsídios às associações para dar mais condições às selecções?
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Cordeiro vai fazer um relatório?
Para ser igual a tantos outros que têm sido feitos e que devem ter ido parar ao canal "esgotoniano" do rio Jamor? Vai dizer que a nº 1 devia ter uma postura "nogyana", ou que não se esforçou o mínimo? Não percebeu que depois de o treinador dela ter ido entreter russas, ela ia passear a foto na Fed (ou no álbum do señor Figueiredo)
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Porque não trocaram a «vedeta» pela Ferreira?
O resultado prático era o mesmo, mas sempre se podia contar com a Catarina a dar tudo, atleta que há mais de 1 década sofre nos campos de ténis sacrificando-se por um modalidade em que a Federação pouco ou nada lhe tem dado…
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Apetece dizer que santos da costa não fazem milagre

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Paciência


...é o que preciso para voltar a ouvir a velha treta da comparação, debatida nos últimos 20 anos entre o ténis espanhol e o português
Será que depois mais de 2 décadas, (estou há 30 no ténis em Portugal), ainda haja quem não tenha compreendido que na Península Ibérica existem 2 países e muitos povos?
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Porque condicionamos o nosso ténis a comparações absurdas, dos que não tem a noção que um País é aquilo que são as suas gentes, os seus governantes a sua própria capacidade de competir no mundo?
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Portugal é 4 vezes mais pequeno que a Espanha.
Temos 1/4 da população ou menos
O rendimento «per capita» é substancialmente inferior
A cultura do ténis é ínfima em termos comparativos
Há 10 anos eles tinham 100.000 filiados a competir
Nós temos hoje 16 mil e dos quais 20% está por explicar…
Há 25 anos eles tinham em Badajoz um PM de 100.000 pesetas!
A FPT em 2007 não pagou a bolsa a todos os jogadores com direito a ela.
A 200 WTA ou 150 ATP em Espanha não têm direito a foto em Jornal Nacional
O Castelhano é língua oficial da ITF

Comparemo-nos com a Galiza, a Estremadura etc, mas «oder!!!», deixemo-nos de tretas em nos compararmos à Espanha; eles sofreram uma guerra civil, nós colocámos Cravos nos canos das espingardas.
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Em Portugal temos portugueses; Espanha tem espanhóis.
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Nem vale a pena falar muito mais sobre isto bastando para tal pensar que é impensável a Espanha ter o nosso responsável pelo Departamento de Formação a dar formação, muito menos a dirigir aquele que devia ser o mais importante departamento federativo; nada tenho contra o homem, mas em Espanha nem no
Nível 0 passava.
Comecem por pensar em português, e vão ver que com estes gestores de ténis a modalidade está condenada. Eles contratam, nomeiam, negoceiam e marcam as directrizes, sacam a guita para viagens turísticas das selecções etc.
Temos o ténis que merecemos?
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E porque falamos de diferenças e preocupações…
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Em revisão ao que o senhor Carlos Figueiredo escreveu na última revista da Pró Ténis sobre a actual nº 1 portuguesa, apenas estas anotações:
Concordo quando diz que é a nº 1 portuguesa
Concordo quando certamente "quis dizer" que por infortúnio deixou de utilizar esquerda a "2 mãos"
O resto que respeita a aspectos técnicos ou do desenvolvimento Psico/motor ou o "qqqs", que deixe para os técnicos com formação credível.
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Ao Senhor Secretário-Geral/D.T. Nacional, gostaria que se perguntasse, de preferência quem dá a guita, se vai permitir que se gaste o money no Europeu Feminino sub 18, depois do que aconteceu com a nossa FED no jogo contra a Holanda?
Elas, as Holandesas, são JUNIORES…???!!!
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quinta-feira, janeiro 31, 2008

Alicate ou Chave de Fendas


Senhor Dino Almeida; não sei quem é o seu advogado, mas deve ter tirado o curso na Universidade Atlântica; nem uma queixa soube fazer!. Aproveite a "onda" e explique aos clubes da sua Associação porque razão a extensão @atcoimbra.pt foi dada como sendo de uma «caixa de correio particular».
Para que todos saibam «o que usar» elucide o pessoal com que ferramenta "violei/violámos" a caixa de correio electrónica da associação; Alicate ou Chave de Fendas?

Ah! Nem precisa de perguntar a um advogado a sério …o Google ensina o que é Calúnia
É uma afirmação falsa e desonrosa a respeito de alguém, inclusive mortos. Consiste em atribuir, falsamente, à alguém a responsabilidade pela prática de um fato determinado definido como crime, feita com má-fé. Pode ser feita verbalmente, de forma escrita, por representação gráfica ou internet. (Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre)
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E o Blog também ...o resto já V.Exª começa a perceber...
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terça-feira, janeiro 29, 2008

Jogo de Feira.

Deus parece ter livrado Novak Djokovic de penar pelo ITN.


Já andava há algum tempo para publicar esta abordagem ao ITN, e o a vitória do sérvio no recente Campeonatos Atlânticos do Pacífico Australiano, vulgo Australian Open deu-me o mote para retirar do baú este "post" datado de sexta-feira, 16 de Junho de 2006, 10:59:23 (coisas dos computadores)

O que penso deste jogo feirense.

International Tennis Number é em meu entender uma espécie de código de barras
Um número (fácil de deduzir) averbado através de «contas» de uma base de cálculo sobre um outro conjunto de números (introduzidos com mais ou menos seriedade), adquiridos de forma objectiva/subjectiva e às vezes viciada para enganar tolos, dependente de executantes robotizados e árbitros sem curso. (apontadores)
Este número, é uma referência para lazer, de forma a equiparar os jogadores que se encontrem fora do âmbito competitivo e que se desloquem para países ou regiões que não são os de origem
O programa de exercícios que suporta o ITN, vem dos anos 80, e está referenciado nas matérias aplicadas por especialistas de ténis, e faz parte de um conjunto alargado de testes para desporto/ténis, concebidos para avaliar a evolução de um jogador no que diz respeito à Potência Direcção e Sentido e transferido agora de forma errada.
A tabela de cálculo no site da ITF está truncada, e por isso o módulo não é visível, o que é irrelevante tendo em conta que uma pontuação neste tipo de exercício só serve em termos de comparação com o próprio indivíduo. Também o conjunto de países que aderiram em publicar este programa é irrelevante e não se sabe em quantos e em que situação de facto, estes projectos são utilizados e em que medida suportam o que quer que seja.
A Federação Internacional não reconhece o ITN como Ranking, talvez por o considerar um «buscador de parceiros» (eventualmente para serem aplicados por homens de negócios ou em férias sazonais e por outros motivos óbvios) e como se compreende, deu luz verde a este programa, como a outros de qualidade duvidosa, porque tem de justificar a existência de uma máquina pesadíssima de técnicos, alguns de competência duvidosa, aliás como acontece por cá.
Este tipo de actividade não é considerada como competição porque todo o tipo de exercícios que sirva para classificar numa determinada área do desporto terá que respeitar os princípios quer das Regras quer da Filosofia do Jogo ou Modalidade, o que está fora de questão neste tipo de exercitação do ego.
O Ténis tem regras que não se revêem no ITN, e em matéria de Filosofia da construção do Jogo é redutor pois aquele é um jogo com oposição directa.
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Análise
1-O programa não especifica o tipo de piso, logo os ressaltos em termos de profundidade são diferentes o que condiciona de imediato a pontuação no que respeita à Potência
2-Falta o valor de "ressalto" no programa, ou seja a altura mínima em que a bola deve ressaltar
3-Não apresenta qualquer tipo de "factor de ponderação" ou mesmo de reconversão quando executado em altitude ou a nível do mar.
4-Se forem utilizadas bolas soft (e o programa contempla este tipo de bolas) os ressaltos são variados e não existe factor numérico de reconversão (tabela de reconversão)
5-Está condicionado à qualidade do Municiador ou seja do treinador que envia as bolas; Não se entra em linha de conta com a intensidade com que a bola é colocada, o que permite execuções diferentes a nível exercício na rede por exemplo.
6-Falta o valor de ponderação do binómio Acção Reacção
7-Falta o factor temporal para cada tipo de execuções, tendo em conta que estes exercícios são de actividade 8-Extremamente Compassada, em contraponto com o ténis que é uma Actividade Compassada
9-Existem diferenças superiores a 1,5 metros nos pontos de ataque, o que de imediato altera os dados e a sua fiabilidade.
10-Se foi aplicado o teste de Brabanech, o programa está mal elaborado porque não contempla a altura do ressalto, e apresenta a inversão da pontuação em termos de profundidade ou seja que contempla o 11-comprimento do voo secundário em detrimento do valor do voo primário.
11-Não específica quantas tentativas mensuráveis para recolha de dados.
12-Não refere a sigla NCG, nem determina o tipo de efeito subjacente ao modelo de jogo (não distingue se o tipo de golpe é com efeito regressivo ou progressivo e qual a pontuação para cada
13-Não se equaciona o tipo de esforço despendido durante a execução e repercussões a nível de fiabilidade de resultados na parte final do exercício.
14-Não respeita o princípio da barreira de Osolin nem a variabilidade intencional de cada execução psico-motora
15-No que respeita ao serviço, por exemplo da posição "deuce", valoriza, o lado mais fácil.
16-Pontua de igual modo golpes paralelos e golpes cruzados (quando a rede no paralelo é mais elevada, e por isso a quantidade de movimento deve ser maior para aumentar o vector da resistência e aceleração gravitacional e vencer a mesma distância linear)
17Não entra em linha de conta com o nível de desenvolvimento psico-motor referente à idade e à maturação do músculo, mesmo entre indivíduos da mesma idade.
18-O tempo de prática não está referido o que limita o factor inibitório que se produz pela falta de prática assídua
19-Não específica porque é que quanto mais elevado é o nível mais aproximado está o sector feminino do masculino
20-Em matéria de Mobilidade não diz se o tipo de partida é no sistema de Blocos ou Anne Quinn, para além de não dizer como se faz a deslocação em matéria de recuperação (frontal cruzada ou lateral); refere somente velocidade frontal tipo corrida curta com grande incidência nos quadricípedes, e relegando para plano 21-secundário o trabalho de adução/abdução, que por sua vez condiciona o desempenho nas diversas superfícies.
22-No que respeita ao controlo de pontuação em matéria de deslocamentos apresenta um tipo de esquema que não é aplicável ao ténis moderno.
23-Não contempla as situações inerentes à modalidade, como mudanças de ritmo, variabilidade táctica, resistências, forças, velocidades...
24-Falta o que em matéria competitiva moderna se considera relevante e fundamental para alcançar o sucesso: Modelo de Jogo adaptado ao Modelo de Jogador
25-Não diz como se faz um jogador em matéria financeira ou seja, quanto se gasta para se obter um resultado satisfatório, e como atesta o próprio programa, qualquer pessoa se pode inscrever como treinador através da net.
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Aspectos positivos do programa
Qualquer um pode sair vitorioso sem nunca chegar a vencer qualquer adversário no campo
É bom para entusiasmar os principiantes (não têm a noção do que é a competição), até ao momento que perdem no confronto directo.
Serve para ser «rei por um segundo» podendo motivar as pessoas para a prática da competição virtual, tipo C. Nacional de Sofás
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Outros aspectos extraídos do programa
Prova que a sabedoria e bom senso vêm com o conhecimento e com a experiência e por isso os treinadores do "mundo" nem sequer estão para gastar tempo em experimentar
Pode-se jogar contra um Australiano sem nunca o conhecer
Bom quando a prática de lazer é componente de alta competição.
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Resumindo
O ITN pode ser utilizado para o que se quiser; sujeitar uma modalidade cujo valor da cada indivíduo se mede por aquilo que ele é capaz de efectuar em cada etapa do seu percurso de vida, parece-me abusivo, despropositado, mas acima de tudo, demonstrativo da falta de alternativa para edificar projectos com base sustentada, pois quando "observo" este ITN, fico com a sensação de estar diante de uma barraquinha de tiro

domingo, janeiro 27, 2008

Pasquim...


Ia começar a ler um pouca mais atentamente a entrevista feita ao senhor Presidente Corrêa de Sampaio, presumo ant5es da .G de15 de dezembro 2007, publicada no pasquim atlântico, quando de repente pensei: porque diabo o redactor "senhor Pedro Keul" não perguntou e condicionou a entrevista, dependendo deste dirigente ter licença Federativa.
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Passemos adiante e vamos primeiramente ao fim da «entrevista», (pag05) passando por cima de um conjunto de perguntas corriqueiras com resposta de campanhâ, para reflectir sobre os últimos 2 parágrafos
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1º Podia explicitar essa de alguns dirigentes de algumas Federações serem tentados a aproveitar alguns benefícios…Não terá tido receio de dizer «algumas Associações»?
2º Afligem-lhe os dirigentes das Federações?
Não me diga se são os que não estão lá muito dispostos a verem no Ténis um concorrente desleal…
3º Não querem estar nos lugares que ocupam? QUEM OS OBRIGA?
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A- Voltando ao começo, quando o senhor presidente diz que …(quando chegámos à federação a casa já tinha começado a ser arrumada - Justiça seja feita ao anterior elenco directivo), porque se candidatou?

B- Quanto ao 2º ponto a prioridade ser o RGP, deixe-me dar largas e sonoras gargalhadas…
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C- Andando mais para a frente ler …100.000 praticantes regulares merece um observação jocosa: Esse nº decresceu em cerca de 80.000 relativamente 10 anos atrás, estatísticas oficiais, que como se depreende não são da federação.
Depois quando afirma que os que já pegaram numa raquete são 500.000 deixe-me que lhe diga que são muitos mais, se atendermos aos que nos Centro Comerciais mexem no instrumento, aos mortos, e aos estrangeiros que vêm de férias…e podem ser muito mais se falsificarem licenças com os nomes e moradas das páginas amarelas.
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Mas esse nº «cem mil» é uma espécie de miragem confirmada pelas licenças que o programa especial da "fede" deu origem; meia dúzia?
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Continuando a saga das licenças, não sou tão optimista a mesmos que a federação Galega a Asturiana ou a Andaluza lhe dêem uma mãozinha.
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Num país onde o índice de natalidade é praticamente nulo, com proliferação de escolas de futebol, novas modalidades/e aparecimento de desportos radicais, aterradora realidade de prática de actividades computorizadas pela juventude, aumento da obesidade nos jovens, discotecas para ao mais jovens, diminuição da capacidade de compra, aumento da inflação, subida da taxa de desemprego no Norte e interior, despontar de vedetas noutras modalidades, alteração dos horários no ensino oficial, aulas de substituição e porque não a desacreditação da Federação, são tudo indicadores mais que suficientes para que se consiga perceber que algo está errado.
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Senhor presidente da federação, não pensa ser interessante preparar uma razoável explicação para certa variação de filiados e até de clubes (mesmo não lendo este "blog", alguém pode transmitir), até porque de certos Locais de Rede … lêem…e são suficientemente inteligentes para perceberem que talvez se ande pelas bordinhas da ilegalidade
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Perante os dados que lhe forneço acha, que "eles" vão na onda dos 100 mil?
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FILIADOS
De 2001 a 2005 a FPT apresenta um crescimento médio anual de 5,97
Em 2006 (Ano da sua entrada para a Federação/Julho) a Fede perde nada mais que 9,44% do nº de filiados
Em 2007 Fede cresce, num só ano 21,19% (mesmo depois do rotundo fracasso do programa Federa-te a) com mais de 2000 federados que de repente desaparecem!!!
Contas redondas, de 2001 para 2007 a federação passa de 11442 para 16987, ou seja, aumentam 5.555 licenças
De 2006 para 2007 aumenta 3.039 licenças, passando de 13.948 para 16.987 (+- 60 % do que cresceu em 4 anos)
CLUBES
Em 2001 havia 365 clubes
Em 2005 cresceu para 390 clubes
Em 2006 redução para 352 clubes
2007 as estatísticas apontam para 360 clubes ou seja cresce 8 clubes face ao ano anterior e menos 5, ½ dúzia de anos atrás
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Face à existência de licenças esquisitas cuja responsabilidade é da FPT, imagine só…se a Secretaria de Estado do Desporto/IDP exige a devolução dos milhares de euros com que subsidiou a federação?

As licenças são da FPT, por isso, tendo em conta que do valor a pagar por licença, «ficavam 40% para o clube», para onde vai essa % (dinheiro) das licenças dos clubes que são "propriedade" das associações?
Auditamos?
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Já agora duas coisinhas mais:
Muito obrigado por porem cá fora (palavras suas) o RGP o tal documento que Adolfo Oliveira redigiu…ou não sabia senhor Presidente
?


Daria a mesma entrevista hoje?

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quinta-feira, janeiro 24, 2008

Pêdo mestre



Podia ser considerado como «TRAVE MESTRA» a nomeação, indigitação, ou suplicação da FPT ao senhor Santos Costa para se sentar na cadeira dum DTN preferencialmente com perfil para o cargo.
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Sou contra a nomeação? Simplesmente…NÃO!!!!!!!!!
Sou a favor? Definitivamente…NÃO!!!!!!!!
Porquê esta ambiguidade? Porque entendo que ESTATUTÁRIAMENTE cabe ao Presidente/Direcção da FPT convidar pessoas da sua confiança, entre os técnicos com…como o fizera anteriormente, e só resta engolir a sua decisão.
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Mas já não sou capaz de engolir esta decisão calado, depois do senhor Lucas ter pavoneado a sua impunidade durante dois anos e meio, e só agora terem chegado à "fantástica conclusão" que o secretário-geral pode também ser responsável pela direcção técnica de um país à beira da falência moral, para dar seguimento a projectos de "Salvação Nacional à moda do 25 de Abril", e ter sido defendido pelo presidente da FPT em matéria de assédio/aliciamento, certamente a querer dizer que era pessoa a sua inteira confiança.
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Levaram 2 anos e ½ a concluir que afinal eu tinha razão quando um dia aqui escrevi: O senhor Lucas defende o quê? Os interesses da Fede ou de Sassoeiros.
Para além de ter "dado cabo da paciência" a muita gente quanto custou a escolha do senhor Lucas, desde Julho de 2005? Dois anos de receita limpa, (sem contar as benesses do cargo acumulado de Seleccionador, a redução de despesas como treinador que teria de suportar caso não ocupasse o cargo de DTN)
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Mas aconteceu finalmente o inevitável; Rei "posto"…só que não sou daqueles que aceita que o Secretário-geral (S.C.) não sabia da TRETA DAS LICENÇAS, NEM DA VERGONHA DAS SELECÇÕES OU OS W.C.
Será que independente de quanto vá agora custar este retornado a DTN «versão SOFT» continuará a fazer o que tem feito nos últimos 20 anos… servindo a Gregos e Troianos?
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Estou preocupado?
NÁÁÁÁÁÁÁÁÁ!!!
Até dá para as Associações voltarem a dizer: SALVÁMOS MAIS UMA VEZ A FPTHIP, HIP, YO!!!
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quarta-feira, janeiro 23, 2008

Bureico ball


Estranhíssimo comentador de um canal televisivo que se saiu com esta no Urra Open!!!
O nº 1.000 (homem) ganha à nº 1 (mulheres)!
Lamento desiludi-lo. Não ganha
1- A nº 1 do mundo é Justine Hennin uma grande senhora do Desporto Mundial, com entrada directa em todas as salas VIP da WTA, e merecia mais respeito e não estar sujeita a este tipo de comparações
2- O nº 1000 pode até ser simpático, certamente respeitado mas um eterno desconhecido…
Comparação entre Mulheres e Homens? Para efeitos de consciência, gostaria que o comentador, se interrogasse se, no jogo da paternidade acha que o Pai ganha à Mãe, ou se acaso o seu pai é melhor mãe …que…
Mas o "dito" que mais me surpreendeu pois confesso a minha ignorância em matéria de comentadores televisivos, foi a frase Smash em half-volley.
Eu diria mais senhor comentador; com componente "Willie"
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Melhor só a do "Bureico ball"... ou a Ana Bola dizer que a Vânia canta melhor que Celine Dion, e para quem pensar como ela que tal escutar...
Parece que a Inimitável Streisand se enganou na escolha...

O tal SHV deve fazer parte de alguma nova nomenclatura "Federenta" que pontos no ITN valem cupão para cruzeiro em costa atlântica.

Urra: povoação à saída de Portalegre no sentido Elvas/Estremoz

terça-feira, janeiro 22, 2008

Foi…174



Jornal de Notícias oferece entrevista com Emanuel Couto.
Sábado 19/Janeiro/2007

Que idade…34! Já! Treinador em Carcavelos e em Setúbal …é o que considero um profissional em permanente "risco", ao volante.

Mas vamos por parte:

Não posso deixar de escrever que fiquei sensibilizado, pela franqueza do homem, quando afirma que deu tudo o que tinha e que não tinha …só espero que não tenha tirado a outros o que não tinha para dar. Gostei que não atirasse a culpa para cima do seu treinador/que por acaso era o seu pai, gesto que devia ser seguido…
Passando adiante de um conjunto de considerações de ordem meramente circunstanciais, não sei com que fiabilidade se pode afirmar que a actual geração tenha uma capacidade de sofrimento inferior à do seu tempo, e neste campo prefiro considerar que esta nova geração é mais "lista" que a dele e que minha, pois já nascem com os olhos abertos e em vez de receberem de prenda de anos carrinhos de rolamentos recebem computadores.
Lutar pelas coisas é algo que eles sabem que têm que fazer no dia a dia escolar, para atingir as melhores médias para ter mais oportunidades de sucesso e não engrossarem a lista de desempregados…
Estou de acordo quando afirma que a culpa da mediocridade do nosso ténis é da federação, claro que prefere ser Politicamente correcto e diz … «andar por baixo»
Quanto à nova geração pagar pelos erros do passado, estou tentado a dizer que paga mais pelos erros do presente, onde vemos imperar a mediocridade.
Estou de acordo quando diz que não há apoios nem estruturas; para isso contribuiu o mandato do senhor Lucas e da actual direcção eleita por associações que votaram a colocação e sustentação dos seus interesses escondidos, em desfavor de um Projecto Nacional virado para o desenvolvimento da modalidade qualitativamente.
Esperava que fizesse uma referência a um tal Vanicelos T da Associação de Ténis de Setúbal, começando por aí o seu ataque à Federação.
Quando atira as responsabilidades para cima das pessoas que estão há muito tempo na Federação, estarei de acordo certamente; mas elas estão lá e essa é uma realidade incontornável, bastando para tal dar uma mirada ao site FPT.
Porventura neste momento até convém, não fosse o LOBO MAU tomar conta do ténis em Portugal e com a tal mente perversa solicitasse uma auditoria global ao ténis. Estaria muito mais de acordo se dissesse que a culpa é dos clubes que deixam os Dirigentes das associações votar sem lhes pedir responsabilidades, nalguns casos até votam de olhos tapados.
Têm verbas mas são mal gastas…em grande parte plenamente de acordo, a começar pelos subsídios das associações para elas andarem a gastar em baby – ténis, acabando pelo gasto absurdo em selecções sub 12; não tarda para justificar os passeios desportivos, teremos selecções sub 10, apoios para competição ITN e estágios turísticos em ilhas paradisíacas.
Poucas pessoas querem participar na Federação? Aí é que já não estamos de acordo; acontece que muitos se têm governado ultimamente à custa do erário público; a esperteza está em sugar sem arriscar o colarinho
A sobrevivência está nos pais? Bom sempre esteve, e também nos treinadores particulares que ficam literalmente "cozidos" nas mãos de incompetentes ligados às instituições.
Agora quando este antigo jogador, vem dizer que o Futebol é cancro para as outras modalidades, e sempre que pode torce contra o futebol…

Aí é que borrou a pintura toda...

O que é que o futebol tem a ver com a trampa que vai na Federação, que os responsáveis do ténis gastem as verbas mal gastas, que tenha «inertes» nos seus quadros, que a reputação da seja fraca, que os meninos do ténis não se queiram sacrificar, que não se corrijam os erros do passado.
O futebol, meu caro discente universitário, é hoje uma das peças fundamentais do desenvolvimento de outras modalidades.
Consegue através dos ídolos (Cristiano, Quaresma, Simão, só para citar alguns) transmitir à juventude que se eles conseguem no futebol, também podem vencer nas suas modalidades, como acontece com a Telma Monteiro, a Vanessa Fernandes…
É pela força do futebol que o Estado ainda vai dando dinheiro para o resto do desporto em Portugal; se não fosse esta modalidade, não tenha dúvidas que o Ministro das Finanças já tinha arrecadado mais uns milhões para baixar o défice, o ministro da Solidariedade e Segurança Social estaria à beira de um ataque de nervos com o aumento da taxa de desempregados, ou da Saúde com os hospitais psiquiátricos a abarrotar; acaso imagina um país transformado num Manicómio Global?
É pelo futebol que este país vai marcando pontos no ranking dos países.
É pelo futebol que (aí por Lisboa e arredores) vão fazer um aeroporto, mais pontes entre Setúbal e Carcavelos, ou que se vendem apartamentos de 4 milhões.

É por causa do futebol que o Ténis ainda tem um jornal que disponibiliza espaço para entrevistas ao Ténis.
Não queira despenalizar os culpados da "trampa" do ténis arranjando-lhes o Futebol como bode expiatório… seja generoso:

Já alguma soube que o FUTEBOL tenha dito que o ténis é CANCRO para o que quer que seja?



domingo, janeiro 20, 2008

Quem o manda mudar de Vereador!

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A culpa foi sua, Dr Rui Rio, pelo menos é o que depreendo do que li; porque é que mudou o vereador...

Vem citado na página 8 do relatório da Associação de Ténis do Porto/2003, Porto Open – Campeonatos Internacionais Femininos de Portugal… dentro de uma estratégia (!) conjunta de lançamento no ténis feminino; foi aprovado pelos clubes.
Mas ao ler (e só li já em 2008) o relatório apresentado em 2007 , deparei com esta coisa notável: Em 2006 não se realizou o Porto OpenCampeonatos Internacionais de Portugal pelo facto da decisão da Câmara/Associação Gabinete de Desporto do Porto só ter sido tomada em Maio, (causa; mudança de Vereador e transformação do AGDP em empresa municipal Porto Lazer, EM) o que inviabilizou a sua realização…
1- Senhores dirigentes dos clubes da associação: Ao aprovarem o relatório, parece darem a entender, por exemplo, que o 8º Festival de Natação, a Corrida de S. Silvestre ou o Circuito da Boavista foram realizados pelo anterior vereador…
2- Que tal no relatório apenas ter constado, «por decisão da empresa organizadora (Norténis), a prova não se realizou»
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Só que para todos os efeitos o que conta é o que está escrito, e para que conheça que vai dentro da carruagem, a direcção associativa deixou a indirecta que a culpa foi do presidente da C.M. Porto; é o responsável máximo da autarquia.
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Também não será sua «Don» Presidente de Lousada?
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Com mais do dobro de filiados do 2º classificado CTSMiguel/Açores- 644, o destacado, o já famoso e falado LOUSADA TA (1457 filiados dos quais 1446 menores de 18 anos), vem em Primeiríssimo lugar, mesmo …sem direcção ou sentido, ainda sem campos, e tudo indica sem Vergonha depois do que se passou na última AG da FPTComo talvez sobre para a autarquia, porque depressa passamos de bestiais a bestas, que tal apontarem: Rank FPT 2006/2007 dos 50 clubes com mais filiados
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1º Lousada TA - 1457
7º C T Braga – 386
10º ET Maia – 356
11º CTP – 306
11º JIC – 304
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Olhe que nem sequer tem vereador?
Senhor presidente do CTP, o seu clube só tem mais 2 (dois) filiados que o JIC! é o do Rank Associativo? e o no Ténis Atlântico! (zona portuguesa).
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Contas de outro rosário
Nos 50 primeiros clubes com mais filiados a maior associação do país só tem 3; LTA e JIC são contas de outro rosário.

quinta-feira, janeiro 17, 2008

Propina, Leasing ou Ecstasy

Porquê o "Abandono" precoce!
Julgo que a principal razão do abandono precoce, prende-se com o facto dos atletas começarem a competir oficialmente e internacionalmente cedo.
Como são inteligentes percebem em meia dúzia de anos a dura realidade do mundo da alta competição e as diferenças existentes entre o ITN ou o Play and Stay, em contraste com a Play and Go to the Top que se exige numa ATP/WTA.
Como os pais não estão para gastar muito dinheiro em Carnavais, ou viagens turísticas para seleccionadores ou treinadores (eu também me incluo para não virem com disparates para cima de quem não é para aqui chamado), aconselham os filhos a irem para a Universidade, até porque cada vez é mais fácil entrar nas faculdades (privadas ou públicas) sem estatuto de alta competição, e o dinheiro que se gastaria em devaneios, dá para pagar a «Propina» o « Leasing do carocha» ou «Ecstasy on Friday night»
Espero que tenha ajudado, Daniel my friend (a tal canção do Elton)

quarta-feira, janeiro 16, 2008

Efeitos do Pinhal?

Fiz uma pequena reflexão sobre o crescimento e a permanência (porque entrada ainda se desculpa) da ASSOCIAÇÃO DE LEIRIA no espaço denominado Ténis Atlântico, e entre outras coisas, ao princípio não consegui compreender como é que os clubes dessa região ainda alinham em certas manobras
Só que ao ler as estatísticas FPT de 2007 fez-se luz.
Se olharmos para o mapa geográfico, e sem medir a escala, ficamos com a sensação que o clube da região de Leiria mais afastado do Império Atlântico deve contas redondas distar para aí uns:


300 km do Porto
350 km de Lousada
600 km de Lugo/Espanha

Contrastando com a distância para Lisboa que deve ser de uns 60 Km; se forem calculados os custos de deslocação os benefícios qualitativos não devem dar para o prejuízo, a não ser que, as vantagens em pertencer ao grupo de ARs que elegeram a actual direcção sejam compensadoras…
Talvez o Algarve devesse repensar a sua posição…
Ao observarmos só em termos financeiros directos, com base nas dotações dá para compreender a razão de continuarem ligados à maravilha do NTI em 2007 em que esta associação de um crescimento negativo em 2006, averbando 772 filiados no seu pecúlio passa para 1775 filiados que representa em termos nacionais de receitas um aumento de 4,95 % e um crescimento interno de 130 % em relação ao ano anterior.
Em 2007 teve 5,5% que multiplicado por 180 000 €(por exemplo) dá de receita das FPT qualquer coisa como: 9.900 € = 1.980 contos
Em 2008 receberá (?) 10,45 % x 180.000 € que dá 18.810 € = 3.720 contos
+ 1740 Contos que no ano anterior!!!; já dão para umas «arrozadas de marisco».


Do Ténis Atlântico sai este ano a ganhar Porto e Leiria porque Coimbra perde 2% (- 3.600 €) e Aveiro 0,77% (- 1386 €)
Também não faz mal… porque anteriormente Coimbra encheu o saco, e no ano passado Aveiro saiu a ganhar… e bem; cresceu 50 %
Com este tipo de crescimento o Governo podia contratar estes dirigentes da «Orla Atlântica» para reanimar o PIB.
Só que com certos crescimentos (no pais acontece o mesmo) há quem saia a perder (normalmente os inocentes); No resto do País «real» os perdedores mais significativos são o Alentejo -0,99% (- 1.782 €) e Algarve -1,92% (- 3.456 €)
Que terão dito estas associações na A Geral FPT de 15/12 /07

Dá vontade de rir ou chorar, dependendo do ponto de vista!
Do lado do Presidente da A. de Leiria deve ser para RIRI às bandeiras desfraldadas
Vamos ver como actua a FPT perante tanta… Variação Rigor e Transparência dos «Senhores das Licenças».



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domingo, janeiro 13, 2008

Atlânticas Licenças

Gaita de Medidas Drásticas
Mais ou menos 1 mês depois de ter estalado o Verniz das Licenças, do tal clube de seu apelido Lousada, ainda não foi dado a conhecer verdadeiramente que " GMD" a FPT vai tomar.

Serão iguais à que tomou em relação ao caso Póvoa?

GMD= Gaita de Medidas Drásticas

Quem terá pago?
Com a pulga atrás d’orelha; é que não sei qual o clube que pagou as "galaicas" licenças oferecidas a Lousada pelo ténis atlântico…
Terá sido, só por exemplo o CTP o EVS a E.T. Maia, ou será que a ATP entrou com a massa?

Claro que como não sou clube não tenho nada a ver com o caso, aliás como também não tenho a ver com aquela Espécie de Relatório de Actividades de 2006 e respectivas Continhas…mas em que pelo menos podiam escrever quais os clubes que nesse ano estavam a situação regular…
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E tanta parangona (?)


Ponderei bastante se abordaria ou não o que veio a público na C.Social sobre a prticipação da atleta Neuza Silva no Open da Austrália.
Independente de se gostar ou não da atleta , ninguém deve querer mal a quem procura melhorar o seu ranking.
Mas deixem-se de histórias da Heidi, e coloquem a mão na consciência para escrever com isenção.
Não interessa se a atleta deu Réplica, se esteve no Epicentro do encontro ; a verdade é que a jogadora tem 24 anos, lamenta-se, mas perdeu na 1ª ronda do quadro de qualificação com uma jogadora exactamente da mesma idade.
Ponto Final.
A seguir a jogadora vai jogar um 10.000 dólares (!) (?)
E tanta parangona (?)
Apetece dizer...Viva a apologia do Império da Mediocridade.

sexta-feira, janeiro 11, 2008

"Tirano" não "tirado"


O título refere um comentário ao post (Bombo fomos nós); por norma não gosto de responder a comentadores anónimos, porque no anonimato vale-se o que se vale, e por vezes menos que um boato; mas não posso deixar de tirar dúvidas a quem as tem.

Escrevo no plural porque, e quando o faço, «me coloco na pele daqueles que não podendo publicar um artigo neste espaço, pensam e interpretam como eu, o fenómeno desportivo».

"Tiranos cursos" é claramente um erro «ao dactilografar», porque no teclado QWERT, o M está ao lado do N, o que não sei se acontece por exemplo no AZERT.

Quanto ao «Gozado» "mestrado nessa treta", o que "aí aparece" (no Blog), é MESTRE de TRITÉNIS., e não Mestrado.
Como não quero que o comentador SE DEITE MAIS IGNORANTE DO QUE ACORDOU, fica a saber que para quem exerce certas profissões, entre elas de desporto sem formação universitária, alguém determinou, que se classificasse como "Mestre em Artes e Ofícios"
Nalguns casos oferecido: mas já que entrou no capítulo de cursos, com alguma ironia à mistura (!), elucido-o que nos anos pós 25 de Abril de 74, para além de um "oceano de gente" entrar no Ensino Superior ao abrigo Administrativo, eventualmente houve quem comprasse por 10 contos de reis um diploma com acesso garantido à Universidade; e aqueles «meus» que há um par de anos atrás tentavam comprar diplomas por 2.000 dólares do "lado de lá da cortina de fumo»?
Na verdade não tenho curso superior: Fiz o acesso à Faculdade de Desporto de Porto, (antigo FCDEF) mas ainda não consegui entrar (faltou a prova de atletismo por me ter lesionado na ginástica), onde aos 53 anos fiz Pré Requisitos com o mesmo grau de exigência para jovens de 18 anos.

Nem tudo foi mau porque fiquei a saber, que para se ter um curso de educação física é imprescindível saltar 4,5 metros ou correr 10x100 metros a 20' por hectómetro, só d’entrada, porque vemos por aí profs de 65 anos a saltar às "Uvas" e a brincar às "Caçadinhas" …
Como não tenho dinheiro para Propinas Milionárias, não posso tirar o curso num estabelecimento PRIVADO, e lá terei que me sujeitar novamente à rudeza dos Pré Requisitos da Universidade do Estado
Por isso, quanto a cursos «rapazinho» … não vás por aí.
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quarta-feira, janeiro 09, 2008

Bombo fomos nós

Bombos e bobos, senhor jornalista HR do DN, que faz a apologia do ex-DTN , esquecendo-se que foi ele "segundo quiseram que se soubesse" que deu à sola depois do que se passou no torneio na Beloura, evitando que o demitissem. Também parece esquecer este jornalista que foi durante o mandato do senhor Lucas que assstimos ao que nunca parecia não ser possível, pelo menos para quem o não conhecesse.
Não basta ler o que se escreve; é necessário saber interpretar o que se escreve, (no seu caso até o que diz em canal TV) .
Para isso que tiranos cursos etc...e contamos com a experiência de vida.
Dá a entender que foi uma grande actuação, a do senhor Lucas! Então repaseemos pelos olhar dados da maior Associação do País, representando em 2006 25% do total nacional de filiados, a maior em nº de clubes e em extensão territorial, e quem sabe noutras coisas que não vêm a propósito.
Interprete os seguintes dados da ATPorto, no quer refere o nº de filidaos FEMININOS , e cujos dados se podem extrair do Relatório de QAtividade apresentado aos clubes em A.G no ano de 2007 e referente ao ano 2006.
Total de Licenças Femininas = 908
Nº de jogadoras que jogaram os Regionais Individuais = 27
Percentagem = 2,9 %

Sub 10 = 5
Sub 12 = 20 + 1 de sub 10
Sub 14 = 17 + 4 sub 12 (jogaram seu escalão)
Sub 16 = 8 + 6 sub/14/12 (jogaram o seu escalão)
Sub 18 = 2 + 9 sub/16/14 (jogaram o seu escalão)
Séniores = 2 + (sendo 1 seleccionadora nacional ) + 1 veterana
Veteranas = 3 + 1 (jogou séniores)
Total únicas = 27
Imagine agora o que vai pelo resto do país ... e tire as conclusões que quiser.




domingo, janeiro 06, 2008

“Post” aberto à ATPorto


Aos Clubes com assento na Assembleia-geral

Dos conteúdos das cartas datadas de 18/10 e 13/11, e respectivos anexos datados de 18/10 e 7/11, enviados pela Associação de Ténis do Porto ao senhor João Lagos Director do Jornal do Ténis, o 1º doc cc/ ao senhor Alexandre Pais Director do "Record", no Exercício do Direito de Resposta ao artigo "Mosquitos por cordas…" de 5/10/07 do JT, e cuja Lei de Imprensa nº 2/99 de 13/01 conjugando os diversos artigos e alíneas confere e regula, e da notícia no Jornal do Ténis de 7/12/07, onde foram publicados factos que desconheço, e tecido comentários que ferem a minha dignidade, comportamento e equilíbrio intelectual, faço saber:

Dentro dos prazos que a lei estipula para estes casos, apresentarei QUEIXA-CRIME contra a Associação de Ténis do Porto e signatários dos documentos acima referidos, senhores A.J.Paes de Faria, A.Soares Pereira, João Mota, Juan Ferreira, Manuel Figueiredo, Rui Mendes Araújo.

quinta-feira, janeiro 03, 2008

Rest in Peace

Podia começar o artigo hoje por este rest in peace mas prefiro iniciá-lo com um:
Março Fechando a Razão, em contraponto com a letra da canção «é pau é pedra...é um resto de pouco...são as águas de Março fechando o verão»., ou Porque hoje é Sábado do grande Vinicius.
Findo que foi Fevereiro 3 pontos:
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1- As associações não reuniram por causa das licenças
2-A Federação não tomou medidas, nem duras nem drásticas e provavelmente nem sérias
3- Veremos as consequências.
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Passando agora ao título propriamente dito, Descanse em Paz, escreverei breves linhas sobre a história de uma Amarante que volta à baila
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Começo por dizer que a minha passagem por Amarante como Vice Presidente do clube e não só, em nada condicionará a minha candidatura à Presidência da Federação; é mail jogada esse condicionalismo.
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Também o facto de ter sido fundador do CETE, ou ter sido presidente do Conselho Técnico da ATPorto e seu Director Técnico, ou ter dado aulas como professor convidado na antiga Faculdade Ciências do Desporto e Educação Física (Universidade do Porto), ou ter formado em ténis alunos da Escola Superior de Educação (Porto), por exemplo, também não será razão para me atirarem pedras.
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Mas se alguém está tão interessado em saber o que se passou poderá :
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1- falar com o presidente do Clube (se ainda for o mesmo), porque só ele saberá o que lhe passou pela cabeça depois de Agosto de 2005 (depois de terminado o 1º Amarante Ladies Open); se este não responder ou não lhe quiser facultar a acta da última reunião em que estive presente, pode...
2- Fazer-se sócio do clube, e solicitar ao presidente da Mesa que convoque uma A. Geral extraordinária, ou espera pela que em Março deverá ser efectuada (de caracter ordinário para aprovação ou não das Contas e do Relatório), para que lhe seja explicado "step by step" o que contém a acta da direcção bem como a documentação da convocatória da A.G e respectiva acta de 2005, na qual já não partcipei; se ainda assim não ficar satisfeito e achar que precisa de mais ...
2- Pode perguntar ao ex-vereador do pelouro do desporto o que sabe sobre o torneio internacional...
3- Ou pode optar por falar com o (presumo ainda) director das instalações onde o clube estava sediado, o que continha o relatório que lhe foi entregue
4- Mas também pode optar por se dirigir à actual presidência da autarquia, ou quem a representa, e questionar o que foi pedido por Adolfo Oliveira e que resposta lhe deram.
Mas se não quiser dar estes passos todos ou lhe fecharem a porta na cara , sempre pode em última instância dirigir-se pessoalmente a mim, ( garanto sigilo sobre a sua identidade, sobre pena de me processar judicialmente se acaso eu violar o compromisso que aqui assumo), e terei imenso gosto em explicar o que pensa saber (certo anónimo do copy and paste) e até o que nem imagina que eu sei
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Mas não podia deixar passar em branco que alguém invoque mortos para...
Era coisa que não me passava pela cabeça que alguém pudesse fazer, por isso...
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Permitam-me certa formação literária e um pouco de "conhecimento da linguagem jurídica", suficiente para saber que “Comentários ofensivos , mesmo a defuntos, constituem Crime de Difamação.
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Mas se um “tal” comentador pretendeu montar Mais “1” armadilha electrónica, perspectivo estar-se perante quem pode ser incluido num quadro de instabilidade psicológica ou “ para psiquiátrico” em que a sua personalidade dá indícios de alguém tendencialmente «Pró-Esquizofrénico»

Calúnia, Injúria e Difamação
Dos crimes contra a honra

Artigo 180.º
Difamação
1- Quem, dirigindo-se a terceiro, imputar a outra pessoa, mesmo sob a forma de suspeita, um facto, ou formular sobre ela um juízo, ofensivos da sua honra ou consideração, ou reproduzir uma tal imputação ou juízo, é punido com pena de prisão até 6 meses ou com pena de multa até 240 dias.
Artigo 185.º
Ofensa à memória de pessoa falecida
1 - Quem, por qualquer forma, ofender gravemente a memória de pessoa falecida é punido com pena de prisão até 6 meses ou com pena de multa até 240 dias.
....

3- A ofensa não é punível quando tiverem decorrido mais de 50 anos sobre o falecimento.



bom fim de semana...

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É mais seguro...

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Dando seguimento ao "post" «Restará Pingo de Vergonha? de 26 de Dezembro 2007» não pensem que me esqueci do «presidente da direcção da "atporto"»
Mesmo tendo cursado direito, também já deu provas que não serve; a notícia no Jornal do Ténis de 7/12/2007…foi só a confirmação.
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Que arranje Advogado…sempre é mais seguro.
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quarta-feira, janeiro 02, 2008

É Bissexto…

Para os AMIGOS que sempre estiveram ao meu lado contra as injustiças de que fui alvo, insultos e difamações a que estive sujeito, ataques que me fizeram neste meu espaço,«feito instrumento das verdades que incomodam» fiz votos que pelo menos num dos dias de 2008, vejam realizados todos os vossos sonhos.

 
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