O IDP iniciou um processo de auditoria à Federação Portuguesa de Ténis para verificar as contas, levando a FPT a contactar associações regionais solicitando documentos e recibos de eventuais pagamentos. O JOGO sabe que ainda há uma dívida antiga a algumas associações. Por outro lado, tudo indica que existam ilegalidades na convocatória da Assembleia Geral do próximo dia 28.
Faço votos que tudo não passe de uma auditoria de rotina, e que esta fique por Linda-a-Velha; estou em crer que a “pesquisa” é motivada pela necessidade do Estado pretender verificar o estado da F.P. Ténis antes ed decidir entregar ,seja o que for, a quem quer que seja
Relativamente à notícia da dívida antiga, imaginava-a paga, porque foi exactamente essa a situação que deixaram transparecer
Ao que se possa passar no próximo dia 28, em princípio as Contas serão aprovadas, não obstante, e com uma auditoria a correr mesmo rotineira, todo o cuidado é pouco
sábado, fevereiro 28, 2009
Correcção, desculpem-nos mas...o domínio - fpt.pt - não pertence à Federação Portuguesa de Ténis! Uma instituição com 8 décadas de vida deixou que um domínio com a sua sigla ficasse em posse de uma outra, ainda do escalão Infantil., Erro? Talvez, mas para todos os efeitos, é para sempre...
SE NÃO TEVE A OPORTUNIDADE DE VER O JOGO DA FINAL AO 'VIVO', NÃO PERCA ESTA OPORTUNIDADE PARA ASSISTIR A ESTE FANTÁSTICO JOGO QUE SAGROU SANDRA SOLER-SOLA COMO A GRANDE VENCEDORA DESTA PROVA INTERNACIONAL QUE ESTEVE EM PORTIMÃO ENTRE OS DIAS 13 E 22 DE FEVEREIRO
Eleições para a FPT no ponto 2 da convocatória? Fiquei na dúvida se seria uma Assembleia Ordinária . Como o ponto 1 referia a aprovação das Contas e do Relatório, terá de se analisar se houve alteração Estatutária, ou se a Lei Geral mudou, e obriga/permite/indica que este último acto possa/deva/é Extraordinário . Aguardemos o desenrolar dos acontecimentos, o que dirá o "presidente" da Mesa, e até lá, façamos contas, mas não façamos de conta...
No seguimento do “post”Uma afirmação…de excepção, e como estamos e está o Secretário de Estado Desporto em estado de graça, que se pondere o no que, (escrito quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009, 13:43:48) só agora encontrei a deixa para o publicar, sendo precisamente este digníssimo Governante a oferecer-ma
Aos Clubes, Associações e Agentes Desportivos do fenómeno do Ténis:Retirar ao Ténis os impedimentos que não permitam que internacionalmente a modalidade ascenda ao topé o que considero ser a mais difícil e complicada tarefa que me espera na Federação.
Temos uma modalidade com especificidades únicas, mundialmente considerada como uma das mais mediáticas, e merecedora de um olhar muito especial “por parte dos Governos”
Do reconhecimento da “excepcional” força de regeneração e inovação, pelo que representa e representará, fico obrigado a ter como primeira prioridade no diálogo com o Governo, propor que se reconheça ao Ténis a necessidade «por inteligência racional» a atribuição de um……Apoio excepcionalmente condizente
quarta-feira, fevereiro 25, 2009
BREVEMENTE
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Site Oficial de Candidatura
de
ADOLFO CASTELBRANCO OLIVEIRA
à
Federação Portuguesa de Ténis
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adolfofpt.org
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Espaço utilizado exclusivamente para apresentação da equipa presidencial, trajecto percorridos bases programáticas do manifesto e divulgação dos nomes dos membros que integrarão a lista para a direcção e outros órgãos
Conversando com um amigo e ex atleta, no Café Velásquez, passado dia 23, deram-me a novidade, que brevemente vai surgir uma Associação de Pais de Jogadores de Ténis
Retorqui que não era boa ideia de momento, sobretudo quando o Governo «emana» um conjunto de “decretos” e “portarias” para alterar o figurino das Federações, com consequente reflexo nas Associações, Clubes Academias e outros
Seria preferível esperarem um pouco mais, e assistir de cátedra, ao que o tempo vier a aconselhar
Claro que sempre fomos concordando que, com pais à “tareia” uns com os outros, dificilmente uma Associação sobrevive; mas quem somos para questionar a decisão dos pais!
Mas depois, sozinho, pensei…
Ainda e pela experiência na modalidade…
A prática do ténis é facultativa
A participação no mundo federativo é opcional
A decisão de uma carreira profissional é pessoal
As salas de aulas/campos são propriedade privada
Os jogadores doentes não têm subsídios
Quando as notas baixam, o ténis é que paga
Quando os atletas perdem os treinadores são empíricos
Os jogadores que desistem não indemnizam os clubes
Também não encontrei serventia de uma Associação deste tipo, quando, como pais e sócios de clubes, podem reclamar em assembleia-geral, votando a mudança; por outro lado, parece que no decreto-lei de 3Dezembro último, Associações de Pais não têm assento em Assembleias de Federações
A decisão cabe sempre a quem a toma, por isso, se “a” querem formar…força
Parece o senhor, Dr. LAURENTINO DIAS, ter ficado emocionado com os resultados do Frederico Gil dando a entender que com eles Já se teria pago o investimento da “nave” de ténis do JAMOR!
Ainda bem que nos informa disso e que a sua Secretaria de Estado parece estar de boa saúde financeira…porque como serei um Presidente muito exigente gostaria que começasse a pensar «quanto vai poder despender para a FPT» no futuro, pois pretendo dar-lhe oportunidade de ter muitas mais alegrias no "2º mandato", assim venha dinheiro para as AssociaçõesClubes e Academias poderem trabalhar com o «TOP ao fundo do TÚNEL»
Conto consigo (e com as verbas do IDP), da mesma forma que V. Ex.ª contou "connosco e comigo” quando e para o que precisou…
Li a parte da notícia do jornal Record do dia 20/02 que referia a existência de um candidato "interno" da FPT que já é Presidente “antecipadamente”, e assim sendo, não vejo razão para “ele andar a 100 à hora a falar com as Associações” a não ser se pretender conhecer o país real, (o que não fez durante os últimos 3 anos e meio).
Conceito sustentado por regras pré estabelecidas que definem o comportamento do indivíduo em determinadas sociedades
Introdução que deve servir para sossegar quem sem conhecer ou dialogar comigo manifesta opinando, falta de Credibilidade que se antevê na minha candidatura
Terei este atributo, o da credibilidade? Aos olhos dos que me apoiam, grande parte dos familiares, muitos amigos não me restam dúvidas; outros haverá que, apesar de «amigos» entendem que não tenho a “tal” credibilidade necessária para a presidência da federação, ponto que merece interrogação, porque segundo todas as normas/regras/leis e outras exigências, desconheço quaisquer condicionamentos que impeçam a minha ascensão ao cargo
Pode-se ser credível gestor dum Banco e não o ser dum Clube, credível enquanto Advogado e completamente descredibilizado em matéria tão simples como a do “comportamento humano”
Serei capaz ou não de gerir a FPT, e nessa circunstância é admissível a crítica «construtiva» se disserem que não acreditam nessa capacidade pelas mais variadas razões; outra coisa é, sem referirem causas, «aprioristicamente» considerarem-me um indivíduo sem credibilidade para exercer um cargo, que não exige uma formação científico/académica, e pelo menos até à data, a salvo do usual «job for the boys» Credível, não será certamente quem tece comentários sem estar documentado; falta dela terão os que incautamente catalogam alguém sem lerem o “seu currículo de vida” de alguém que caminha para os 56 anos de idade, 44 de ténis 30 como treinador, organizando pelo caminho muitos eventos, gerindo empresas, sendo responsável noutras que nada tinham a ver com o desporto, ouvindo elogios, saber de empresários agradados com as minhas prestações e conduzir homens no trabalho, merecendo deles respeito
Mas também entre outras coisas, sou fundador de um Clube Efectivo «com direitos na FPT», fui Vice-presidente doutro, criei um terceiro, ouvi o silêncio de gente do desporto quando me escutavam, oferecerem-me “prendas” pelo trabalho desenvolvido, dei muito ao Ténis, contaram “cobras e lagartos” sobre quem simplesmente cometeu um erro na vida: apertar a mão a quem não merecia
Fui Presidente do C. Técnico da A T Porto eleito pelos clubes merecendo destes a confiança, e agrada-me pensar que os clubes da Associação que me elegeram e me mantiveram 13 anos como D T Regional, e pediram que fosse às A. Gerais da FPT para Votar em sua representação, VOTARÃOADOLFO CASTELBRANCO OLIVEIRA para a PRESIDÊNCIA DA FPT
Sou politicamente correcto quando necessário, mas suficientemente firme para me defender quando atacado, razão porque ganhei muitas coisas, perdendo outras; obtive “medalhas”, dois divórcios e a separação dos filhos que não colocam quaisquer dúvidas sobre a Credibilidade do Pai para desempenhar como ninguém o cargo de Presidente da Federação Portuguesa de Ténis
Gerir a Federação é acto menor, comparado com o que tem sido gerir a minha vida; felizmente tenho uma “consciência tranquila”, cheia de erros e acertos, mas também a percepção que a mudança a efectuar periodicamente na vida de cada um deve ser merecedora de crédito por parte daqueles que “estacionaram na mediocridade do conservadorismo”
Em 84/85, conversando com um dirigente do CDUP, propus a criação do Instituto Superior do Ténis em parceria com o FCDEF (UP); era uma ideia avançada demais para a época
Sempre me acusaram “avançado”; talvez fosse… mas a verdade é que perdemos 25 anos
Tenho credenciais para ser Candidato, porque de mim posso falar sem medo de errar demasiado; ter credibilidade para ser Presidente é outra questão…e só se saberá depois, e depois das Associações me julgarem
Numa análise retrospectiva da vida, perante o que a cada dia entra pelo ecrã da TV, se ouve na Rádio, se escuta no Barbeiro, ou se observa na expressão facial deste Povo, fico com a sensação que temos sido governados, geridos, ou comandados, por gente cuja Credibilidade está por confirmar
Porque não posso ter a oportunidade de gerir uma Federação?
Terão medo de que seja suficientemente competente para colocar o nosso ténis no patamar que os portugueses merecem?
- Bem hajam aqueles que não me acusam…mas também os que o fazem, porque precisamos de “quase” todos para edificar uma Federação em que a maior parte das pessoas tenham dela…ORGULHO