Otelo
| Podia ser o “nick name” da ainda jogadora Ana Catarina Nogueira mas não é; NEGA foi o que li na C. Social quando depois da “enésima” vez esta atleta dizer colocar ponto final na sua carreira, declinando um convite da FPT para ocupar o cargo de Capitã da selecção Sub 18, dando a entender que se ainda se fosse para a FED CUP! |
| Está no direito de não aceitar o que não lhe agrada, da mesma forma que a Federação tem o direito de registar a declinação, ainda por cima tendo conhecimento através de um Jornal, mas era simpático que a “convidada” se consciencializasse que para todos os efeitos acaba de recusar “prestar um serviço ao país” e pago, por muito que lhe desagrade Escalões Juvenis |
| Se um dia formular um convite para ser capitã de uma selecção nacional, mesmo que seja um simples Sub 14, espero que esta «futura ex jogadora» se lembre que certamente poderá precisar mais do País que este dela, e por isso dever pensar “3 vezes” antes de dizer...NÃO |
Publicada por
Adolfo Oliveira
0
comentários
Prós e Contas «quase todos “nós” (mais ou menos) estudámos no estrangeiro» (afirmou um senhor (!) 2ª feira 20/10/2008 no programa sério da drª FCF) e continuando… «Os gestores portugueses no estrangeiro têm estado no Top 5» Será por isso que o mundo está de "pantanas"?
Sem prós só contras nenhum ténis e contra as “sociedades de amiguinhos”, não posso deixar de ficar preocupado, pelo o facto de no passado fim de semana presenciar 1 aula de um curso (?) de treinadores de nível 1 na Quinta da Moura (AT Lisboa), e ter “zonzado” ao ouvir um senhor que não sabe posicionar-se dentro do campo, dizer aos alunos que seriam observados pelo director de formação (que não estava presente) “através de vídeo”
Fico preocupado face à nova metodologia; a da Ausência, facto que não aconteceu no Curso de Formadores da Escuela Maestría da Real Federación Española de Tenis onde os treinadores foram avaliados Presencialmente que incompreensivelmente o actual Departamento de Formação da FPT nega reconhecer, mesmo tendo sido a própria federação a promover a formação e a pagar aos prelectores, que sabiam de ténis e com grande nível técnico
Como uma imagem vale por mil palavras, e porque a avaliação é um acto de crítica, interrogo-me com que legitimidade se pode criticar quando não se esteve sujeito à avaliação em ténis
E se não bastasse o nó na garganta e a azia sentida no jantar ao recordar o filme, fiquei para morrer quando o Carlos (professor de História tenista amador do mais puro amadorismo e sem veleidades a director do departamento de formação), disse que “aquilo que assistira na tal aula do curso” era rigorosamente nada.
De facto, meu caro amigo, depois de ter aceite a minha opinião que a crise mundial é acima de tudo a da angústia, a provocar um estado de histeria generalizada, no que se refere ao “tal curso” lamento que tenha ficado com a amarga sensação que para além de não ensinarem a ser-se profissional, nem sequer já se ensina…porque “isto de formação” é demonstração cabal duma anarquia em pleno século 21
Um compromisso
Após tomada de posse como presidente, a Federação reconhecerá essa formação, e a de todos os que se sujeitaram à avaliação por parte de técnicos das melhores escolas de formação de treinadores do mundo
Publicada por
Adolfo Oliveira
0
comentários
Sempre l'ignoranza fa paura ed il silenzio è uguale a morte! (...para a actual direcção federativa “uma das obsessões mortais” foi a das licenças, não se dando conta que a sua atitude levou o País a entrar numa espécie de "Guerrilha Santa" pelo "Diabo das Licenças")
| Porventura teriam outras coisas mais importantes para resolver em sede de desporto federado tais como, não se permitir folclores formativos, que mai9s não serviram para provocar um indelével mas perceptivo sorriso irónico aos estrangeiros (pouco restavam pelo Clube da Quinta da Moura), onde se disputou o Hyfas Ladies Open Desta vez não me contaram |
Dando continuidade à apreciação/preocupação subentendida do «post» Quem diria!, ao analisar os torneios com Prémios Monetários (PM) em Portugal, percebe-se que não resultaram como forma de apoio aos jogadores para apostas posteriores na carreira profissional, (aliás como foi por vezes a justificação para alterações ao regulamento dos “Masters”)
Ao contrário, acentuaram as diferenças entre quem joga “na via” Internacional e quem prefere participar em torneios pelo puro prazer da competição lúdica
Foi um erro propor-se uma distribuição das verbas semelhante ao sistema aplicado os WTA/ATP, provas em que o valor cresce de 10/15 mil dólares até valores que não se atingem entre portas; quando se idealizou o RGP nada fazia prever que a FPT se deixasse manietar por interesses “dúbios” permitindo que um regulamento que levou mais de 6 anos a ser elaborado fosse trucidado em meia dúzia de dias ou em 1 ou 2 assembleias-gerais
O documento foi “pensado” sob um prisma de crescimento sustentado em valor monetário das provas de nível A e B, considerando que o valor dos atletas se elevaria e o equilíbrio competitivo seria para Patrocinadores um valor acrescentado; tal não aconteceu e os melhores atletas só jogam quando não têm nada que fazer ou necessitam de pontuar para os “Masters”.
| Nada se fez para inverter a linha de crescimento negativo, para além de outras muito mais graves anomalias, e com pena minha que tudo se passasse, num só mandato; o do “Puro Facilitismo” Espanha demonstra opções diferentes desvalorizando praticamente os «metálicos» e mais recentemente preterindo o Play and Stay em favor do Teddy Tennis, numa demonstração que não engolem o que não querem; depois “ellos” que se queixem dos resultados! |
Muito se terá que mudar
Mesmo sabendo que é difícil a mudança porque se enferma dum mal enraizado à nascença, e numa sociedade moderna/aberta e renovada de conceitos, não se aceita teorias que, “os novos programas” é que darão frutos no futuro;
Há história que basta e conhecimento que chegue para não alinhar com este tipo de retórica.
Argumento do tipo anterior só já se encontra nos que querem continuar a usufruir benesses, até para a uma próxima oportunidade face ao logro declarado; para aqueles que leram o Velho e o Novo Testamento, Ingénuo foi Cristo…
A partir de 2009 o ténis em Portugal vai mudar, porque o iremos mudar. Temos que nos adaptar a uma nova realidade mundial «que avança», tendo em conta a recessão que se advinha e que afectará também o desporto, em particular aquele que ainda vagueia entre o pseudo-amadorismo e um semi-profissionalismo.
Verificaremos a “encolha” dos patrocinadores e as directrizes governamentais irão no sentido da “poupança” a todos os níveis.
Preparado para enfrentar crises estarão aqueles que não aceitam uma vivência fácil nem subsídios não fiscalizados e que conhecem o “preço que tem o confronto”?
A actual situação é preocupante e levou ao aparecimento do descontentamento promovendo um certo nervosismo face ao conhecimento que têm da minha candidatura
Fiquemos descansados quanto ao que for assumido pela presente direcção e por mim; o tempo é de mudança, não significando esta, o incumprimento do que os “homens acordarem”, razão porque torno pública a esperança que a actual direcção não se comprometa com acordos que levem a pensar em Inviabilizações de Candidaturas, porque a minha é para ir até ao fim e…compromissos assumidos por uma Federação Portuguesa são para CUMPRIR
Publicada por
Adolfo Oliveira
0
comentários
No passado 12 Outubro, viveram-se momentos de Fé em Fátima, que me recordaram célere reunião de algumas associações meses atrás, na qual segundo me constou terá sido o presidente do Porto a avançar com a ideia de “protecção às associações menores” como se a sua associação estivesse em franco crescimento
Poderia agora explicar a que se deve a quebra de 7,2% de filiados no Norte, as razões porque as Licenças de Estrangeiros dos clubes da Associação do Porto não são contabilizadas para efeitos de receitas provenientes da FPT (já sabemos o resultado da última A.G mas gostaríamos de saber o que levou a federação a tomar tal decisão), e acima de tudo como vai gerir a imagem duma associação debaixo da suspeição de Ilegalidades Continuadas
Se os valores do passado recente nas dotações para Actividades das Associações forem os mesmos, (180.000 euros desconheço se houve alteração do subsídio porque com tanta notícia publicitada pela FPT não torna pública no seu site o Orçamento) continuará o dirigente a defender o tal apoio proteccionista agora que vê diminuído os próprios “fundos”?
Com pena e talvez prejuízo para a região (ou não), a A T Porto com a maior descida verificada de entre todas as associações, receberá menos 12.960 € (2.592 contos aprx), sendo até inocente a interrogação se, com a redução da receita directa, injectará o presidente do próprio bolso o valor suficiente para manter o equilíbrio Orçamental da Associação (acompanhado pelos restantes directores), ou poder-se-á pensar que o dinheiro que recebiam (antes da queda abrupta) destinava-se também a actividades irregulares, e a sua má aplicação tinha a cobertura de alguns clubes com assento na A. Geral?
Entendo que a Federação neste e noutros casos não está isenta de responsabilidades, e a garantia que o dinheiro proveniente do Estado e parte entregue às Associações são legalmente empregues, não cabe só aos clubes que as legitimam
No que se refere à Associação do Porto, entendo, para bem da imagem que resta da instituição, a Direcção deveria assumir uma atitude de respeito pela modalidade e demitir-se
Publicada por
Adolfo Oliveira
0
comentários
No post anterior coloquei um pequeno mapa com o crescimento das associações; propositadamente só em relação à % de crescimento, dando a entender que quando queremos “jogamos” com factores que nem sempre corresponde à verdade absoluta, havendo no entanto Descidas Concretas
| Rank | Baixaram o nº Filiados | Perdas | | Rank | Subiram o nº Filiados | Ganhos |
| | Vila Real | 7 | | Madeira | 4 | |
| Açores | 21 | C. Banco | 12 | |||
| Viseu | 42 | Aveiro | 8 | |||
| 3º | Coimbra | 146 | Algarve | 14 | ||
| 2º | Setúbal | 406 | 3º | Leiria | 98 | |
| 1º | Porto | 908 | 2º | Alentejo | 278 | |
| Lisboa cresce + que o total de filiados do Porto (!) | 1º | Lisboa | 3094 | |||
| Quantitativos das 2 Ar com mais Filiados Lisboa = 5520 Porto = 3048 | ||||||
| 1- Infelizmente esta tabela em consonância com outros dados coloca-nos perante outras análises, nomeadamente os resultados de certos programas que tinham por finalidade aumentar o nº de praticantes inscritos não verificado porque o crescimento real é negativo se retirarmos os aumentos excepcionais e as licenças renovadas automaticamente (que poderão acontecer até sem conhecimento dos titulares) 2- Talvez fosse interessante que as associações analisassem em profundidade o nº de atletas “reais” que competiram em provas oficiais nos últimos 5 anos; só estes dados nos darão o crescimento efectivo e real de uma modalidade que se traduz na sua essência por um Jogo com Oponente Directo | ||||||
Publicada por
Adolfo Oliveira
1 comentários
A “Fede” publicitou lista de filiados e clubes com mais filiados da época 2007/2008
Merece análise profunda dos resultados e a comparação com anos anteriores sobretudo a disparidade entre os totais dos clubes de ano para ano
(só dados de maior relevância)
Pela Positiva
Parabéns ao C.T. Montemor–o-Novo ( 8º no ranking nacional de clubes) com 397 filiados uma subida de 108-397=298 e à Associação do Alto Alentejo uma das duas únicas Associações que apresentam resultados positivos da época 06/07 para 07/08 com uma subida de 1,3 % no total nacional de filaidos
Parabéns a Lisboa pela subida extraordinária de 14,8 % ao CCtodos com os seus 1801 filiados e o 1º lugar no ranking federativo e ao CC Qtª da Moura (que apresenta desde a chegada de Nuno Ralheta 400 filiados, um 6º lugar a somar à organização no 1º ano de uma prova internacional)
Pela Negativa
Um caso para investigação policial?
Certamente não mas o suficiente para a FPT mandar auditar a ATCoimbra e o «Sportfiel» que apresentou 495 filiados em 2007, desaparecendo do mapa da Associação de Ténis de Coimbra e da FPT na lista referente ao período de 2008 que terminou em 30 de Setembro
Como factor mais negativo dos dados da FPT e que deve ser motivo de forte ponderação por parte dos clubes nortenhos é a queda 7,2 % dos filiados da ATPorto no total nacional, acrescido da preocupação sobre os filiados de “Lousada Ténis Atlântico” da ATPorto (a caírem de 1457 para 68) o que revelaria, pelo menos, uma anomalia de comportamento, só contrariada pelo facto de se saber que estas licenças e o clube estão envoltos numa situação que pode levar à intervenção das autoridades do país vizinho, se verificar que existe abuso de confiança ou falsificação de licenças com nomes de estrangeiros sem o seu conhecimento e consentimento
Nota de culpa da Direcção da Federação
Culpada e responsável pela corrida desenfreada às licenças, ao não ter “balisado” as subidas das licenças através de quotas de referência, evitando que a leitura comparativa dos dados dê indicadores de ilegalidades ou irregularidades no processo e legalização de clubes e praticantes registados
Também deve ser responsabilizada por promover a asfixia das Associações com dimensão menor promovendo ainda mais o desnível assimétrico das regiões, e pondo em causa inclusive programas que levou a cabo; para melhor compreensão da situação basta analisar o quadro de crescimento de 2007 para 2008
Crescimento Negativo
| Açores | Algarve | Aveiro | C.Branco | Coimbra | Leiria | Porto | Setúbal | Viseu |
| 0,7 | 1,4 | 1 | 0,1 | 1,8 | 0,5 | 7,2 | 2,9 | 0,3 |
Crescimento Nulo | |
| Madeira | V.Real |
| 0 | 0 |
Crescimento Positivo | |
| Lisboa | Alentejo |
| 14,8 | 1,3 |
Publicada por
Adolfo Oliveira
0
comentários
Outros Fermentos
Porque razão tal benesse se nem sequer são galegos?
Será que a associação nortenha agora já representa “cá” outras regiões espanholas? Era aconselhável que representasse os clubes que contribuem apara a sua manutenção enquanto instituição
Independente do interesse destas provas, que não discuto, os clubes do norte deviam estar preocupados com o que se passa na sua região, começando por mandar realizar uma auditoria à associação para não serem apanhados de surpresa
Já anteriormente se atribuiu WC por interesses que nada tinham a ver com a associação, pagou-se “aluguer de instalações” da Norténis em Espinho que não apareceram nas Contas e agora verifica-se uma tentativa de levar o ténis dos clubes para instalações camarárias, dando como exemplo Lousada, numa provável tentativa de justificar o aconselhamento num investimento que tinha previsto 6 campos, e se sobre dimensionou; quantos serão no futuro; 16?
Era bom que se interrogasse sobre o facto de uma região que não tem ténis (apesar de ter campos há muitos anos) avançar com um complexo de tal dimensão. Quanto custará a obra e quem ganha com tal investimento! Que promessas foram feitas à autarquia? A Federação também está envolvida? Onde param as 1450 licenças do “Lousada Ténis Atlântico”? Afinal quem eram?
A cada passo me convenço que se está perante algo de ilegal e muitíssimo grave envolvendo estrangeiros. O presidente da Federação Gallega não terá nada a ver com esta jogada?
Estou curioso em analisar o Relatório e as Contas da associação; não me admirava saber de verbas que deviam servir para “isentar a 1ª licença às crianças dos clubes”, andarem noutros “Fomentos”
Los caminos qué caminamos
| E se não bastasse o que se passou com Juan Carlos Ferrero deparo-me agora com a “nova” que envolve Nalbaldian a Davis Cup e a Asociación de Tenis Argentina Nalbandián amenaza a su federación: “Ya veremos si juego la final” EL ARGENTINO QUERÍA QUE EL DUELO ANTE ESPAÑA SE DISPUTARA EN SU CÓRDOBA NATAL Notícia completa em: http://www.marca.com/edicion/marca/tenis/copa_davis/es/desarrollo/1174597.html |
SI NO SE ACLARAN LOS NUEVOS PUNTOS DEL CIRCUITO
Dinara Safina ha confirmado este domingo en el torneo de Moscú un posible boicot de muchas jugadoras durante la próxima temporada si algunos de los puntos sobre el funcionamiento del nuevo circuito WTA no se aclaran o se modifican.
Notícia completa em:
.
Que se passa?
Será que os dirigentes perderam a noção do equilíbrio?
Os jogadores são muito mais exigentes do que deviam?
Publicada por
Adolfo Oliveira
0
comentários