Uma MAMÃ na final do USOpen; Poderia ser o primeiro romance lançado pela WTA e posteriormente transposto para cinema num magistral filme com o sugestivo título "Kim e as raquetes perdidas" numa extraordinária obra-prima do realizador Steven Spielberg merecedor de mais um Oscar.
Em relação a este não faço a mínima ideia de quem seja apesar da sua idade. Francamente não me recordo dele mas também para o caso é irrelevante. É o novo Campeão Nacional Absoluto 2009; título que ninguém lho tira porque o ganhou com todo o mérito
Os títulos não sofrem contestação. PARABÉNS.
Mas o que me fez escrever este simples apontamento foi parte da notícia do jornal O Jogo
A bela conquista de um engenheiro
MANUEL PEREZ
Aos 25 anos, formado em Engenharia Mecânica e profissional de ténis desde o passado mês de Janeiro, Gonçalo Pereira é o novo campeão nacional absoluto.
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A 85ª edição da maior prova do calendário da Federação Portuguesa de Ténis, disputada no Carcavelos Ténis, ficou marcada, na vertente masculina, pela ausência dos atletas da primeira linha, mas para o longo e rico historial da competição o nome de Gonçalo Pereira junta-se a mais outros 29 campeões. Aqui aplica-se na perfeição o cliché "no aproveitar está o ganho..."
Gostaria de dar os parabéns à Federação Portuguesa de Ténis mas não posso
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As razões são óbvias:
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O Campeão Nacional Homens é um engenheiro que se tornou profissional o ano passado, aos 24 anos!
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Contei esto facto a um amigo Andaluz e nem me respondeu.
Deve ter imaginado de imediato que o nosso Ponta de Lança da Selecção Nacional que disputa o apuramento para a África do Sul em futebol, foi encontrado por um olheiro na Distrital onde participam equipas compostas de jogadores das mais diversas profissões.
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Se no aproveitar está o ganho"a pergunta que coloco a mim mesmo e deixo no ar é, onde se gasta o dinheiro (oferecido) que vem do IDP, as verbas que os clubes pagam pelas taxas de filiação (os que pagam porque falta saber se todos cumprem), os dinheiros das licenças dos jogadores, acrescentando outras receitas que eventualmente o ténis receba e que não tenho conhecimento?
Porque razão há mais torneios que jogadores! Quanto rende á Federação e a certas Associações/outros um calendário insólito e despropositado. Quanto e quem anda a ganhar com esta Federação!
Cito, dirigindo-se a Landy Vivalma e Francisco Basuca
_ Mal Vai o Tolo, se perde a Tola
…mal vai a Tola, se deixar morrer o Tolo sem lhe dizer que tola foi…
Termina hoje, no Carcavelos Ténis, a 85ª edição do Campeonato Nacional Absoluto e a Câmara Municipal de Cascais quer saber onde está a ser aplicado parte do subsídio de 55 mil euros atribuído à Federação Portuguesa de Ténis. No protocolo assinado, no passado dia 30 de Julho, ficou acordado, entre outras acções, o apoio aos "Nacionais Individuais Absolutos", e O JOGO apurou que a FPT cobre apenas as despesas de arbitragem que rondam os quatro mil euros.
Acontece, porém, que esse tipo de verba é proveniente das dotações do Estado para as chamadas actividades regulares, onde se incluem os campeonatos nacionais.
O Carcavelos Ténis tem vindo a assumir todos os restantes custos. Não impõe, por exemplo, que a FPT pague o aluguer dos courts, e na recente organização do Nacional de Sub-16 não recebeu um cêntimo da Federação.
A questão que se coloca nesta altura é esta: como irá a Câmara de Cascais manifestar a sua insatisfação e que explicações vai dar a FPT? .
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E que tal uma auditoria externa a todo o edifício federativo, promovida pelo M. Público!
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Mas que seja coisa séria…para que todos fiquemos a saber que não há gato escondido com rabo de fora.
Ontem recordei-me do meu pai e no que me dizia, quando eu tentava dar uma de saber mais da vida que o meu avô.
«Antes de falares menino, pensa 3 vezes e depois cala-te que é a única maneira de não dizeres asneiras»
Vivemos em confronto ide personalidade mais de 30 anos, mas mesmo assim tem-me feito falta.
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Que Deus me livre dos senhores virem a governar Portugal; não por mim que com a idade que tenho, o mais certo é bater a bota antes que me façam o enterro antecipado. Temo pelos meus filhos e pelos meus netos, o já nascido e os que venham a nascer.
Quando o senhor Nuno Mello do CDS, faz a afirmação pública perante milhões de espectadores, considerando que uma determinada manifestação/reunião/encontro/forró de um partido político é a FESTA DOS CHARROS, quero dizer também publicamente (e pelo mesmo direito de expressaão) que nada tenho contra quem fuma, porque já fumei.
Pensava que deixara definitivamente em 1973 de dar umas passas, quando o exército português me convocou para a Equipa de Militares que disputavam o Campeonato de Tiroteio na guerra ultramarina, aliás competição interessante que na altura não tinha cobertura televisiva.
Claro que podem acusar-me de não ter dado o salto para os bares e cafés concertos da Europa mas no meu caso, atravessar o Atlântico a nado era perigoso; havia tubarões daqueles que têm barbatanas e e dentes afiados.
Fumar não fez de mim menos homem, antes pelo contrário, permitiu-me saber qual a diferença entre os “manos”, e aqueles que estudavam em bons colégios construídos à custa da exploração das províncias ultramarinas, as que Vª chamavam depreciativamente Colónias, termo ofensivo para mim, filho de um homem que foi para África com 8 anos, lá se fez Homem, casou com uma nativa e acabou por morrer em Portugal sem que esse estado português que não fuma charro, lhe concedesse a reforma por invalidez, por ser de facto inválido e ter estado internado e acamado no Magalhães de Lemos; presumo que sendo do Porto deve saber onde se situa, esperando contudo que nunca o tenha de usar sob que pretexto for.
Mas onde estava V. Exª em 1994 quando ele morreu? Que idade tinha? Estaria a drunfar-se na casa de banho de algum colégio privado (desses que foram construídos com o resultado e apuro da exploração do solo africano pela Diamang ou da exploração do petróleo de Cabinda!). Olhando para si fica-me a sensação que nunca provou um bom charro.
Onde estavam os defensores da democracia em 1976 quando na agonia da debandada de milhares de portugueses, tivemos (e eu que até nasci em Angola) muitas vezes de trabalhar sob o efeito de uns inocentes charritos, feitos da folha de uma planta que nascia a céu aberto, num planeta propriedade de Deus.
Sabe o que é passar um ano num aeroporto e ver as famílias suplicarem que embarcássemos os seus haveres? Sabe o que é abrir um caixote e ver rolos de papel higiénico, fraldas e penicos, vassouras de piaçá e tachos de alumínio barato, enfim coisas pessoais dos outros?
Ou o que é ouvir as balas caírem no telhado de zinco de um terminal de carga do aeroporto Luanda?
Ou ver um 747 bater 3 vezes na pista antes de levantar por excesso de carga com 400 pessoas a bordo?
Como julga que se aguenta uma semana sem ir à cama, carregar cinco voos por dia, deixar os carregadores no meio do muceque e regressar sozinho às quatro e cinco da manhã numa carrinha branca com uma palanca pintada vestido também com uma camisa branca sem dobrões para evitar sem confundido e levar um tiro!
Hoje posso dizer que o sabor da liamba nos tempos de juventude era diametralmente oposto ao sabor dela num tempo de descolonização.
E por isso posso hoje reconhecer as diferenças entre quem fuma porque tem guita para comprar do melhor, ou tem acesso a drogas farmacêuticas para aparentar uma calma paradisíaca perante as “pantalhas de TV”, e aqueles que surfam nas malambas do desespero, porque a vida para eles se apresenta com um horizonte bem mais negro que uma radiografia pulmonar depois de anos a “engongar”.
Não me ofendi 8nem tinha porque tal) pelo que disse o senhor Mello (Melo) não sei de facto se é com um ou dois LL “tipo Lucky Looser do Ténis”. O que deveras me chateou foi desculpar-se pelo que dissera, não tanto na tentativai, mas pela infantil expressão de menino traquina que colocou no pedido de desculpas.
Devia ter mantido a afirmação, e garanto que subiria na minha consideração, porque para mim os Homens valem não pelo que dizem mas pela sustentação das suas afirmações.
Quando pediu desculpa e que retirava a afirmação, melhor fora que se retirasse da sessão, pelo menos durante 10 minutos, tipo intervalo comercial.
Espero com o máximo de sinceridade, até porque o considero uma pessoa simpática, que na próxima pondere no conselho do meu falecido pai.
Podia contar uma pequenina história passada ontem dia 9 quarta-feira cerca do ½ dia no metro do Porto, quando me dirigia para as bandas do Foco, onde se situa o lar da Paroquia da Boavista, curiosamente que já teve um clube de Futsal onde fui preparador físico lar esse em que a minha tia passa os dias, porque os 83 anos já aconselham a não estar só
Ponderei e entendi não contar a história mas referir que há um ditado português que não se aplica a toda a gente; reza assim
«Quando um homem anda por baixo até os cães lhe mijam em cima»
É um ditado curioso mas quando um homem mantém a dignidade não rasteja e dificilmente o ditado se lhe aplica. Por isso quero oferecer à pessoa que visitou hoje o meu blogue na expectativa de ver se eu falava no lamentável "desatino" um pequeno excerto do romance Loio & Schimuna que não sei se alguma vez será publicado, e um Clip com uma das músicas mais emblemáticas do tempo em que os homens não negociavam a dignidade, e também uma das minhas músicas preferidas
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Lóio & Schimuna
Definitivamente
Cito Loio nascera livre numa terra que teria de ser livre para que ele pudesse viver sem asfixiar – não era um revolucionário de ocasião; era-o na génese.
Saiu pela porta pequenafoi a expressão que escutei a um dos comentadores da EuroSport, em português, referindo-se à derrota na 3ª ronda de Victoria Azarenka contra Francesca Schiavone, pelos parciais 4/6 6/2 6/2, durante os comentários do jogo que opunha (!) Murray a um outro jogador que não tomei nota, mas que penso que disputavam a versão masculina do torneio.
Questões de comentário, mas que me merecem um pequeno apontamento, um correctivo mais em relação ao significado que à expressão, mas que me levou a interrogar por onde saíram os nossos jogadores nesse torneio… pela sanita?
Não parece que o quadro principal do US Open, tenha portas pequenas por onde saiam as jogadoras que perdem os seus encontros e muito menos no MD.
Também a 8 do mundo perder com a 26, que já foi a número 11 - WTA não é coisa que abane a modalidade a menos que se considere que aos 29 anos Schiavone é velha demais para ganhar a uma jogadora de 20; nessa perspectiva pergunto-me se aos 28, Federer não será uma carcaça a número 1?
Azarenka perdeu, perdeu contra uma mulher, cujo currículo não é assim tão fraco que se possa considerar um desastre para a humanidade e muito menos se atendermos o que SCHIAVONE fez em provas do Grand Slam desde 2000, (vão 9 anos)
SING
PARES
Quartos de Final
Roland Garros, em 2001
USOpen em 2003
Wimbledon em 2009
4ª ronda
6 Vezes·
3ª ronda
10 Vezes
Run(finalista)
Roland garros em 2008
SF semifinalista
US Open 2006
Australian Open 2009
Quartos de final
3 Vezes
3ª ronda
3 Vezes
Para mera informação Dinara Safina nº 1 e Sharapova também perderam na 3ª ronda
Clube de Ténis do Marco de Canaveses Inaugura hoje 3 de Setembro, a sua Sede PARABÉNS ...
Campeonato Nacional Absoluto sem os melhores no sector masculino! PACIÊNCIA ... Não há dinheiro? nem contratos programa a cumprir? os 3 milhões de € paara o centro de alto rendimento... ...não incluíam certas obrigações por parte da FPT/Jogadores! também não há problemas TEREMOS QUE PAGAR ...
Para quem estranhou a minha ausência, eis uma das justificações; a conclusão de um dos romances que iniciei em 2009, e que dei por concluído. Desconheço se alguma vez o publicarei, mas em última instância terei este meu espaço para compartilhar os meus mais profundos sentimentos reflectido neste e de outros romances já escritos e em fase de correcção
Assim começa...
“CARMO”
"uma persiana na janela"
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Nem uma nota de condolências!»
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Julho de 2009, estava sentado em casa e recebo uma chamada no Skype.
_ Olá Índio»
_ Olá linda»
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Era Mafalda – falara-lhe da história que me propusera escrever…
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_ Pensei no livro e tu não consegues escrever essa história - vais encontrar conflitos raciais pelo caminho, situações incontroláveis, rejeições por parte da tua família»
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_ Óó …Claro que vou…
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_ Querido, custa-me dizer-to - mas vais magoar-te, vais sofrer - no fundo é uma história sobre a morte da tua mãe!
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_ Vou escrevê-lo…a mãe é minha, “mato-a” as vezes que eu quiser
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Naquele momento ela deveria ter escutado um grito de dor, uma revolta calada, um sentimento sofrido com mais de meio século, e calou-se.
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Tinham-me matado a mãe de verdade, não pediram desculpa, nem apresentaram condolências – nunca investigaram as causas de uma morte, mesmo por Tétano; nunca fora aberto um inquérito e nunca constituíram arguidos…desabafei…
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_ Vou pedir uma indemnização ao Governo Português por ter permitido que um “médicozeco”, a troco de uma vida, não quisesse que se soubesse que a parturiente fora infectada com a bactéria do tétano – foi só para protegerem a imagem daquela “loja de saúde”
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_ Estás louco … indemnização!
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Fez-se de silêncio, olhei para a cara dela – tinha o sobrolho franzido, os olhos acerados, os maxilares enrijecidos, mas não tinha tétano.
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_ Não estou não; só quero um euro de indemnização
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_ És louco e varrido!!!
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_ Um pouco “misto”, na cor e na loucura»
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_ O que estás para aí a dizer?
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_ Um “euro” dentro de um envelope, acompanhado de uma nota de condolências
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No momento em que encerrara a dor de uma morte prematura que me consumira durante cinquenta e cinco anos, julgara ouvir dizer da parte dela, que a “estrela deixara brilhar”…morrera.
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Melhor do que ninguém, Mafalda sabia que eu tivera uma estrela que queria brilhante, e nunca chegara a conhecer…